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sexta-feira, julho 15, 2016

About dreams



Se eu pudesse escrever um filme, seria sobre memorias. Talvez um pouco longo ou com apenas  fleches dos momentos mais marcantes. E quais seriam? Pois bem, talvez seria sobre sonhos. 
Sabe, aqueles em que planejamos mas, a vida os transforma em outras flores. Assim como o mar após uma tempestade. Onde a maré nos leva, sem rumo, apenas pela correnteza. Ondas vem e vão te se formarem em redemoinhos  e, quando se menos espera o vento começa. Não sabemos pra onde ir, o que fazer, o que dizer. Mas logo, vem a calmaria e em que nos levar para onde deveríamos ter ido desde o começo. 

Jacqueline Moraes

domingo, maio 10, 2015

Memories



                                 I dont want to live in the past, but just it makes me happy.

Jacqueline Moraes

segunda-feira, abril 20, 2015

O trama da tecnologia


No começo da semana, resolvi apagar a minha conta num do mais cobiçado rede social da Internet: o tal do Facebook. Cheguei ao meu limite quando, senti que minha alma estava sendo fragmentada pelo superficial contato virtual. Percebi então, o descuido com minha alma.
Nos tornamos seres líquidos em que, sentimentos estão sendo substituídos por máquinas.
Pessoas solitárias tendem a se expor cada vez mais suas intimidades nas redes sociais, pelo simples desejo inconsciente da aceitação - interpessoal.
Sou antiga, valorizo o contato visual. Por trás da tela, as pessoas supostamente "te adoram", mas quando você as encontram, se  permitem que suas almas sejam trocas por símbolos e códigos atrás da tecnologia - consequentemente se tornam outras. Não aguento mais isso, durante os 30 minutos que ativei a minha conta, percebi como todos estão desesperados - como animais em caça em busca de seu sustento- por aquilo que não as pertence mais; o amor.
 Agora  desliguei-me. Sinto a paz penetrando em meus pulmões. E também, o cheiro da cidade e da chuva lá fora. 
Refugi desse monopólio de extrema “felicidade”. Deixamos de viver a nossa vida, para casualmente verificar dos nossos contatos na timeline. Mesmo que um dia deixarei me levar por tudo isso novamente. Mas por hoje, chega!

Vá apreciar uma xícara de café, mas longe..longe daqui!



Jacqueline Moraes (24/09/14)

segunda-feira, maio 12, 2014

Pensamento Positivo

 
A motivação vem do pensamento. Cada ação que temos é precedida por um pensamento que inspira essa ação. Mas, quando deixamos de pensar (devidamente), perdemos a motivação para agir. Eventualmente caímos no pessimismo e miserabilíssimo, e isto leva-nos a pensar ainda menos. E assim sucessivamente. Uma espiral descendente de negatividade e passividade, alimenta-se dela mesma como uma sanguessuga. Grande parte de nós passamos o nosso tempo de vigília em automático, como se estivéssemos a sonhar,  onde esse sonho se desenrola sem a nossa consciência debitar o quer que seja. Fazemos mais um dia as mesmas coisas da mesma forma, com o mesmo ritmo, criticamos os outros e a nós mesmos com as mesmas frases, como se tivéssemos decorado o guião de um peça de teatro e a fossemos recitando, dia após dia.

Grande parte das nossas rotinas sedimentaram-se na nossa vida por nos serem úteis, por nos servirem e nos facilitarem a quantidade de coisas que fazemos. Sentimo-nos confortáveis a fazer aquilo que sempre fizemos, aquilo que nos é fácil, que fazemos sem ter que prestar atenção. Podemos chamar a este processo, os nossos hábitos instituídos. Até aqui, tudo muito bem! Mas, se alguns desses hábitos passaram a não ser adequados, prejudicam-nos, incapacitam-nos ou impedem de sentirmo-nos bem, de sermos apreciados pelos outros, de sermos aceites em sociedade, ou nos impedem de atingir os nossos sonhos e objetivos? Se nos toldaram a criatividade, a perspicácia, a vontade de aprender, de olhar a vida por outras perspectivas e alternativas?

Os nossos hábitos instituídos podem passar a ser a nossa maior dor de cabeça. Habituámo-nos a eles por um processo de repetição até chegarmos ao ponto de julgarmos que nós somos mesmo assim, que isso faz parte da nossa personalidade. Mas, nada poderia estar mais errado. Só julga ser assim porque fechou a janela das possibilidades, das alternativas, da consciência, de pensar acerca das coisas, das suas coisas, daquilo que  quer e que não quer. Se continuarmos a percorrer os trilhos da vida num estado “adormecido”, muito provavelmente iremos atingir um ponto de cristalização do nosso pensamento, perdemos a flexibilidade de pensamento e criamos uma inclinação mental desadequada.

Vejamos o seguinte exemplo: Digamos que uma pessoa com uma inclinação mental para o pessimismo levantou-se num sábado de manhã e colocou na sua ideia que tinha de arrumar e limpar a garagem. Dirige-se à garagem, abre a porta e fica chocado por ver a quantidade de lixo e desarrumação. “Esquece isso” Diz o pessimista no maior dos lamentos. “Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” Perante esta situação e num estado mental de incapacidade, fecha a porta da garagem e volta para outra divisão da casa para fazer outra coisa qualquer.

Os pessimistas têm um pensamento de “tudo ou nada”. Têm um pensamento catastrófico e absolutista. Ou fazem as coisas de forma perfeita ou não fazem. Vejamos como é que o otimista enfrentaria o mesmo problema. Vamos assumir que até dizia a mesma coisa: “Esquece isso”. Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” No entanto, uma grande diferença entre o pessimista e otimista saltaria à vista. Ao invés de voltar para casa, o otimista continuaria a pensar. “Pronto, não consigo limpar toda a garagem, mas ainda assim, o que é que eu posso fazer?” Ele pensa durante um pouco, e tem a ideia de dividir a garagem em 4 secções e limpar apenas uma nesse dia. “De certeza que consigo limpar uma secção, e se limpar uma parte por semana, certamente até ao final do mês consigo limpar toda a garagem”. Ao fim de um mês os cenários serão diferentes: O pessimista terá a garagem numa desgraça e o otimista uma garagem limpa.
 
O Sabotador Interno
 
O pessimista tem uma inclinação mental para pensar de forma desanimada ou que não consegue fazer nada, que as coisas não valem a pena, desiste de pensar positivo muito rapidamente. Na grande maioria da vezes o pessimista é um desistente crónico, foca-se nos piores cenários e não acredita que as coisas possam dar certo. A estes aspetos negativos do programa mental do pessimista podemos chamar de sabotador interno. É um sistema auto perpetuador de conexões entre as células cerebrais, uma presença neurológica que parece ser tão intrínseca a nós, que normalmente não temos consciência da sua influência. O sabotador interno é uma consequência da forma como você pensa acerca das coisas. Pode ser muito difícil  desaprender aquilo que aprendeu e julga ser parte de você, mas é possível.
Sabemos que um músculo se desenvolve através do esforço repetido. Se você deixar de o usar, se parar de o exercitar, as conexões entre as células musculares irão enfraquecer. Assim, acontecerá com os vários aspectos da sua inclinação mental, do seu sabotador interno. Assim que você o identificar, e inibir essas ideias e comportamentos, as conexões entre as células cerebrais irão diminuir, perdendo a sua força, enfraquecendo a sua inclinação mental pessimista.
 
Especialização Neuronal
 
O nosso cérebro especializa-se através de um processo de repetição de comportamentos, através do reforço de grupos de redes neuronais. Na infância à medida que vamos enfrentando os desafios e dificuldades da vida, vamos colocando em ação algumas formas de lidar com as situações. Algumas destas estratégias funcionam e são retidas. O sabotador interno nasceu.
Por exemplo, se uma criança é criticada pelos seus pais, a estratégia de lidar com a situação pode ser agir “erradamente” dado que esta é a única forma da situação lhe fazer sentido. Ela irá desenvolver comportamentos “errados” para dar razão aos seus pais. Uma criança que é ignorada pode achar que só terá atenção quando está doente, assim, a doença, queixas somáticas ou pequenos acidentes tornar-se-ão num mecanismo de enfrentamento inconsciente. A criança “aprendeu” a ser um falhado, aceitar a crítica e a ter relacionamentos sem apoio. Estas estratégias, até podem ter funcionado na infância para diminuir a fúria da mãe, mas certamente serão disfuncionais na fase adulta. A dura realidade, é que estas estratégias tornaram-se a sua “especialização” desenvolvida para lidar com um conjunto particular de circunstâncias.
Se registássemos uma possível lista dos comportamentos auto sabotadores desenvolvidos através dos mecanismos de lidar com as situações, ficaria algo do género:
 
 
  • “Eu assumo que vou falhar, por isso não tento.”
  • “Eu comporto-me como se nada de bom me aconteça.”
  • “Eu dificilmente confiarei em alguém.”
  • “Eu critico os outros e acho que os outros me criticam.”
  • “Eu acho difícil fazer amigos.”
  • “Eu rejeito as pessoas que são boas para mim ou que me tentam ajudar.”
  • “Eu evito confrontar-me com situações  em que as pessoas me possam julgar.”
Este é apenas um exemplo como o nosso sabotador interno se desenvolve. Estas especializações infelizmente não se ficam apenas pela infância, podem sedimentar-se em qualquer altura da nossa vida. Tal como esta criança, também nós nascemos com a capacidade para aprender um conjunto quase ilimitado de respostas comportamentais. Importa referir, que a especialização neuronal formada pelas nossas reações a situações sobre as quais não temos controlo, limita-nos severamente as nossas opções.
 
Valor do Pensamento Positivo
 
Para testemunhar uma das mais profundas ilustrações da efetividade prática do otimismo na história da América, você tem de relembra-se do filme, Apollo 13, ou então visioná-lo. Para além do trabalho de trazerem os astronautas do outro lado da lua ter sido assustador e esmagador, o desafio foi realizado em pequenas tarefas de cada vez. As pessoas que estavam no controlo da missão em Houston e que salvaram os astronautas, conseguiram esse feito extraordinário porque mesmo perante a “impossibilidade” dos problemas tecnológicos, eles continuaram a pensar positivo. Eles nunca desistiram. Procuraram por soluções parciais, e declaram que iriam agarrar-se a essas soluções parciais e trazer os seus homens em segurança para casa.
Dica: Sempre que você se sinta pessimista ou oprimido, relembre-se para continuar a pensar positivo. Continue a pensar, continue a pensar positivo.
De acordo com a abordagem da psicologia positiva, pensar positivo não se resume de forma alguma apenas a afirmações positivas ou de capacidade. Estas podem formar a base da intenção daquilo que se quer e pretende que aconteça. Mas,  provavelmente a estratégia que mais conta, é a estruturação de um encadeamento de ações que suportadas pelas afirmações irão expressar as forças, valores, objetivos e crenças adaptativas da pessoa ou grupo de pessoas. As pessoas que pensam de forma otimista, capacitada  e positiva, escolhem fazer um uso diferente da imaginação humana. A imaginação que cada um de nós possui deveria ser usada, não para fugir à realidade, mas para a criar.
Não hesite em pensar, não hesite em pensar positivo. Não se deixe levar pelos caminhos vincados (inadequados) da sua mente. Desperte, acorde, fuja à rotina da sua inclinação mental para a desistência. Resista à sua paragem de pensamento para a solução, insista na busca de possibilidades e caminhos alternativos, persista na reestruturação do seu pensamento positivo.
 
                                                                                                                     Jacqueline Moraes

terça-feira, fevereiro 26, 2013

Falta pouco


    Pouco meses(?), algumas semanas, alguns dias. É isso que falta agora para fazer as malas, dizer adeus para todos meus modelitos, e meus tecidos no Brasil. É isso que falta, para dizer bye ou adeus para alguns amigos  que talvez não verei por uns tres anos, ou apenas por um. É jaja, que irei abraçar as pessoas que eu mais amo da minha familía, e chorar nos braços como nunca, é também daqui  a pouco que estarei no aeroporto, prestes a embarcar pelo meu sonho e olhar para trás e ver: é  tudo isso foi eu, eu que consegui sem ajuda de ninguem. E novamente, sair da minha zona de conforto para ir atrais dos meus ideais É estranho dizer, é uma sensação complemente confusa, ao mesmo tempo que estou feliz que irei trabalhar e estudar Moda nos Estados Unidos, ao mesmo tempo me da aquela vontade louca de chorar, por saber que não verei as pessoas que mais amo por 1 ou 2 dois.
   Mas é isso que eu quero, que sempre quis, não acho que demorei para tomar essa decisão. Até porque tive grandes experiencias na minha area profissional, e o pessoal so me ajudou a ter determinação e coragem o suficiente. E acho bom eu me acostumando com os "Adeus" da vida, daqui 2 ou 3 anos, pretendo ir fazer design em Milão, morar em algum outro país também. Não tem quem me segurei, é agora ou nunca.
   Não estou preocupada em me casar, não estou nem um pouco me importando de ter uma vida normal. Eu posso morrer hoje, amanhã ou daqui 5 anos. Aprendi com os tapas da vida, que não adianta você lutar e batalhar para de ter algo que todos tem, um marido,uma casa, um carro e não ser feliz. Eu so serei feliz assim, como estou sendo: viajando, conheçendo pessoas, culturas, fazendo o que amo e vivendo um dia de cada vez como se fosse o ultimo, e não me importando com coisas paralelas e comuns. 
   Sei que chegarei la, la onde eu quero. Irei longe, disso sei. Sozinha ou acompanhada eu não sei, mas nessa longa caminhada ate aqui foi sozinha, com um grande empurrão da decepção, que olhando para trás fico feliz com isso, me tornou quem hoje sou, com coragem e sem medo.
Jacqueline Moraes

quarta-feira, dezembro 26, 2012

Pensamentos

                               

   Wake up, atrasada e perdendo a hora. Pulei da cama de uma forma que nem eu vi direito, a trilha sonora ao acordar foi Angra. Ouvir musica ao me despertar, me da mais energia que tenho. 
   Novamente fazendo as malas, vontade de levar tudo que tenho, e ate mesmo o que esta para ser criado - keep the calm jackie, você não vai para um desfile - ainda, e são apenas quatro dias.
   Na estação, e em qualquer lugar eu ainda me incomodo como as pessoas me olham e me encaram em relação ao meu estilo, não é fácil viver no interior quando você aprecia quem tem seu próprio estilo, bom foda-se.
   Retorno, como na primeira semana de julho, quando a sensação ainda era de euforia e desaparecer  sim dele.  
   Quando o celular ficava desligado e facebook blokiado, eu so queria refletir e me acalmar. Engraçado é pensar que, há cinco meses e tres semanas atras, eu estava perdida com o mesmo sonho em mente. Sem coragem de cortar e pintar o cabelo o qual sempre desejei, afinal eu era ruiva com o dobro do comprimento, e o cabide.
   Ao pegar a mala, so conseguia lembrar de lembranças passadas, quando passava todas as segundas durante 8 meses, e eu aqui na rodoviária esperando o embarque para Limeira, interior oeste de São Paulo - sentimento de independência  saudades e expectativas.   
    E agora, aqui estou. Com a mala, um pouco menor como de costume sobre meus pés, roupa já suja com o sorvete de chocolate que me custou milhas de centavos e reaism que dava para comprar um lanche do estrela(lanchonete famosinha da minha cidade, que da 5 vezes maior que do Mc) - como faturam em locais assim - sabor chocolate, o qual eu sempre odiei minha vida inteira, ate pensar a me desapegar de coisas sem sentido, e multiplicar minhas ideias (pensando bem, o termino de um romance, tem la suas vantagens). Minha Heineken fone, sobre o bolso direito, olhando na janela - o horizonte, na poltrona 7, sempre pensei que fosse meu numero da sorte, mas ainda acho que talvez seje numero 8.
   Meus pensamentos, vão alem a todo instante. Porem, agora é de mais confiança e de certeza.Sem querer, me vem a tona sobre como era minha cabeça e experiencias, quando comecei a embarcar no inverno do ano passado, ao mesmo digo para o ultimo deste ano.
   Não é coincidência, que minha vida, sempre da uma repaginada nessas épocas do ano. É estranho, o Natal é hoje (estou desapontada comigo mesma, pois não escrevi algo muito importante sobre essa data), e do lado de fora do ônibus  o brilha como diamante e queima como fogo, pessoas de roupa curta e chinelo, creio que todos adorariam estar na praia agora e curtir todo aquele auvará de pessoas tumultuadas. Viro de um lado para o outro, vejo decorações natalinas e grande maioria representando o oposto do pais tropical, com neves e goros. Brasil?? E com isso, so consigo pensar no proximo ano, estarei sentindo o gostinho da neve caindo e não me sentindo um picolé derretido, de casaco e luvas e não de short e chinelo. Estarei pensando se meus amigos e familiares receberam minhas correspondências a tempo.
   E como eu disse, pois é inverno do próximo ano, outras mudanças tão radicais quanto, porém será verão e vou ter que mudar esse meu conceito.
   Costumo escrever sem proposito nenhum, escrevo para desabafar, so assim para botar tudo que sinto. Estou borbulhando de reflexão e sonhos, nada aconteçe por acaso, seja nas nossas atitudes ou de pessoas que saem e entram com algum proposito, em nossas vidas. Não tenho medo, tudo que aconteçeu que esta e que vai aconteçer, tem um unico motivo, feche seus olhos e respire fundo, você sabera do que estou querendo dizer.
Com os fones no ouvido, sincronizado na minha radio vicio do monento, 89.1 radio rock; vou deixar meus pensamentos fluirem, seja no ritmo do som ou no meu coração. 
                                                                                                               Jacqueline Moraes

domingo, dezembro 16, 2012

Sobre o guardanapo

    Final de tarde, do lado de fora da janela, a chuva com cheiro de ácido por conta da poluição, escorre pelos vidros, de metal? é, e um pouco suja também. Sobre a mesa redonda, branca e encardida, la estava eu, com os pé na cadeira, quando sorri ao ver que ainda me restavam 20 minutos, do horário que tenho para descansar do trabalho.
    Enfim sozinha, fechei a porta e olhei para esquerda, após terminar meu lanche gorduroso e calórico do Mc ( aonde eu estou com a cabeça de comer essas tranquera?),  pois bem, olhei para esquerda: - Uma caneta na pia? Eba!. "meu pensamento, pulando da cadeira (ta, eu não pulei, apenas levantei quase morrendo, meus músculos não estão raciocinando direito, estou cansada)". Dai me perguntei : - Por qual motivo, razão e circunstância tinha uma caneta da pia do refeitório? bom não importa,sem muita lógica, olhei para a direita, guardanapos estavam sobre a mesa, provavelmente alguém comprou aqueles x salada do 5º andar, sobrou e largou. Peguei um, dois e tres deles, conforme a caneta se deslizava.
   Não costumo escrever em coisas do tipo, mas chegou a hora de me desapegar do meu bloco de notas do celular, afinal não existe momento certo ou meios para, simplesmente deixar seu pensamento ir além do limite, na escrita.
    Gostaria de escrever um romance, uma aventura, uma ficção. Mas será em outros post's, minha hora ja deu. Vou me retirar, guardar tudo isso no bolso do jeans, porém meus pensamentos estão longe, além do limite.
                                                                                                      Jacqueline Moraes

                                    


domingo, setembro 23, 2012

A era da modernidade


Hoje logo pela manhã, resolvi arrumar algumas caixas e encontrei uma folha, meio rasgada mesmo tirada de uma antiga agenda de anos atras, e estava escrito um médio texto um pensamento de momento que resolvi escrever e engraçado como em dois anos eu não mudei essa idéia que tenho do mundo. Resolvi então compartilhar com vocês o texto original, apesar que eu adoraria modificar algumas palavras e deixa-las com mais ênfase.


22/06/10 às 2:08 a.m.


" Sei lá, estou pensando em fazer algo fora do comum da nova era, a sociedade do século XXI. Pensar em comunicação, interagilidade, conexão, modernidade : enfim palavras da Era Virtual, será mesmo que com tantas fontes de comunicação como as Redes Sociais, as pessoas estão juntas entre si? ou sera que com tanta facilidade e tecnologia não estão fazendo elas se retrairem ao inves de se juntarem?

Cade aquela tarde de "chá " com as amigas, ou um simples "oi" passando pela calçada de algum conheçido, amigo.
Os cartões postais de pessoas queridas que mandam durante alguma viagem e contando como estão, ao inves de um simples inbox ou fotos sendo publicadas a cada cardápio do almoço ou jantar.
O romantismo de uma serenata, ao invés de frases e textos escritos numa pagina virtual onde não é apenas pra você, e sim compartilhado para o mundo; a qual você le com um fundo vazio, sem aquele poder magico de olhar nos olhos de seu(a) amado(a) naquele momento tão cativante, tocante.
Os passeios pelas praças, o caminhar no final da tarde, o aroma da manhã ao abrir a janela e poder ver o sol esbelto dizendo"hello".
Onde esta tudo isso?
A modernidade veio para facilitar a vida das pessoas, porém é tanta coisa, tanta novidade, tanta tecnologia e informação, que não temos tempo para pensar em o que realmente é importante e acaba afastando cada vez mais das pessoas, e o pior nós de nós mesmos.
Estamos em uma Era a qual, não existe mais as conversas e festas em família, aquele momento em frente da Tv a qual todos se reuniam ao final do dia e riam juntos, ou simplesmente se emocionam com mais um capítulo de uma novela, roteiro que não mostrava a vingança o odio ou cenas fortes.
São tantas escolhas que hoje podemos fazer, marcas, roupas, lugares, pessoas, comidas; coisas que te fazem bem, mas mesmo assim não é o bastante para causar aquele impacto de satisfação.
Porque hoje nem nós mesmos nós conheçemos, é muitas culturas, muita informação a qual queremos e precisamos experimentar todas para descobrimos quem realmente somos.
Não se prenda tanto ao cubo da tecnologia. INOVE, surpreenda e acima de tudo seja você mesmo aonde quer que esteja, afinal cada um é único da maneira que escolhe."
                                                                                                               Jacqueline Moraes