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domingo, outubro 12, 2014

Lugares Incríveis na America Latina

O site Trivagocomparador de preços de hotéis, listou doze lugares inacreditáveis da América Latina para inspirar a sua próxima viagem. De deserto de sal na Bolívia às belezas dos Lençóis Maranhenses, no Brasil; confira a lista abaixo:
                                                          Laguna Verde (Bolívia)

Lençóis Maranhenses (Brasil)


Deserto do Inca (Peru)


Monte Roraima (Brasil, Venezuela e Guiana)

Geleira Perito Moreno (Argentina)


Deserto do Atacama (Chile)


Rio Caño Cristales (Colômbia)


Salar de Uyuni (Bolívia)


Capillas de Marmol (Chile)


Ilhas Marietas (México)


Chapada dos Veadeiros (Brasil)

Mina de Naica (México)


quarta-feira, outubro 01, 2014

8 maneiras de viajar de graça como voluntário

Hoje vou listar 8 maneiras de conseguir hospedagem e alimentação trabalhando como voluntário em diversos projetos ao redor do mundo.
Já havia mostrado no blog Vagabundo Profissional três maneiras de viajar o mundo trabalhando como voluntário em projetos sociais.
Além de ser uma maneira de fazer o bem ao próximo, o voluntarismo é ainda uma maneira bem mais barata de viajar e, com certeza, saindo muito da zona de conforto.
Para isso separei, além das três que já havia mostrado antes, mais sete maneiras de conseguir um viajar de graça trabalhando em obras sociais ao redor do planeta.
1-  Turtle Teams – várias partes do mundo
São milhares de pequenos grupos ao redor do mundo que ajudam tartarugas marinhas, normalmente em praias onde ocorrem a desova dos bichinhos. Os valores variam muito, podendo custar muitos dólares, porém muitas organizações oferecem acomodações de baixo custo.
Já imaginou viajar, conhecer praias paradisíacas e ainda fazer sua parte para ajudar uma espécie a sair da lista de risco de extinção? Mais informações sobre esse tipo de trabalho: Campamento TorutgeroSea Turtles e Sea Turtle Conservancy
2- Voluntariado de conservação – Austrália e Nova Zelândia
Consistem em projetos de curta duração de conservação de habitats e promoção do eco-turismo. Os valores variam, podendo chegar a AUS$ 208 por uma semana de estadia, variando de acampamento ou chalés. Algumas organizações disponibilizam viagens gratuitas de poucos dias.
Informações: Conservation VolunteersThe Conservation Volunteering
3- Voluntariado do Sudão – Sudão, África
Um dos mais interessantes na nossa opinião. Consiste em ensinar inglês em escolas e universidades do país mais pobre do mundo, além de participar de outros projetos nas comunidades.
Normalmente paga-se a passagem até o país, porém todos os outros custos estão cobertos e algumas organizações ainda consideram uma ajuda de custo mensal para o voluntário.
Mais informações: Sudan Volunteer Programme
4- Conservação da Trilha Apalache – Estados Unidos
A Trilha Apalache é uma trilha clássica de mais de 3 mil quilômetros de extensão cruzando o leste dos Estados Unidos. Além de ser o lar de mais de duas mil espécies, muitas em risco de extinção.
Já pensou trabalhar nesse ambiente em troca de comida e abrigo em um dos lugares mais belos dos estados Unidos? Mais informações: Appalachian Trail Conservancy
5- Trip Leader da HF Holidays – Toda a Europa
A HF Holidays é uma das mais populares companhias europeias de pacotes de viagens e feriados. Ao se voluntariar o viajante terá a oportunidade de explorar a Europa acompanhando os grupos. Uma ótima maneira de conhecer países, pessoas, adquirir e passar conhecimento. Mais informações: HF Holidays
6- Peace Corps – várias partes do mundo
Consistem em uma série de projetos de saúde, desenvolvimento de negócios e conservação do meio ambiente. É aberto apenas a residentes nos Estados Unidos e tem o compromisso de 27 meses de trabalho. Mais informações: Peace Corps e Voluntary Service Overseas.
7- Voluntário das Nações Unidas – várias partes do mundo
A ONU, Organização das Nações Unidas, oferece oportunidades de voluntariado nas áreas de ajuda médica, desenvolvimento econômico e ajuda emergencial após desastres naturais. Uma ótima oportunidade para quem deseja fazer a diferença no mundo. Mais informações: UN Volunteers
8- Voluntáriado em um Kibbutz – Israel
Um kibutz é uma forma de colectividade comunitária israelita, algo como a nossa cooperativa, porém mesclando um pouco da ideologia socialista e o sionismo no sionismo trabalhista.
Esse é um dos trabalhos mais arriscados em uma das regiões que mais vemos nos noticiários pelo mundo, porém é oportunidade única de ver e viver em primeira mão tudo o que aparece na televisão, e ainda fazendo nossa parte por um mundo melhor, mais humano e mais pacífico.
Porém, caso você decida conhecer os países ao redor, como Jordânia, Egito ou Turquia, um carimbo israelense no passaporte pode render algumas horinhas na salinha pra dar algumas explicações. Mais informações: Kibbutz Volunteer

segunda-feira, agosto 11, 2014

Como viajar sem grana


Colocar uma mochila nas costas e cair na estrada em busca de caronas que o levem para os lugares mais incríveis é uma maneira de viajar de graça. Mas não é a única. A tecnologia possibilitou outras formas de conhecer o mundo sem gastar dinheiro — ou, ao menos, desembolsando muito pouco.
Hoje já é possível encontrar hospedagem gratuita pela internet ou até pedir um financiamento coletivo para a sua viagem. Há, ainda, a opção de se engajar em uma causa social ou usufruir de milhas aéreas acumuladas. Conheça abaixo algumas dessas alternativas, veja qual tem mais a ver com o seu perfil (talvez você una mais de uma delas) e programe as suas próximas férias.

Trocar de casa
Alguns sites reúnem pessoas dispostas a ceder a casa e que, literalmente, trocam seus endereços por um tempo. O intercâmbio pode ser simultâneo ou não. Ou seja, você pode ocupar a casa do hóspede enquanto ele se muda para a sua. Mas também é possível ceder a estadia e obter um crédito para uma futura hospedagem na casa do seu atual convidado, num período acordado com ele.

O Home Exchange é o site mais famoso do ramo, disponibiliza mais de 50 mil casas, em 150 países, e possui versão em português: o Troca Casa (www.trocacasa.com). Para se cadastrar, é preciso pagar uma anuidade de US$ 9,95 e detalhar as características da sua residência, com fotos, inclusive. Caso você não realize nenhuma troca no primeiro ano, o site oferece mais um ano gratuitamente.
Em 2013, a Universidade de Bergamo, na Itália, realizou um estudo com sete mil membros da rede de troca de casas e apontou que 93% deles ficaram satisfeitos com a experiência e 75% qualificaram como confiável a pessoa com quem trocaram de endereço. Desses entrevistados, a metade tem família e filhos.

Couchsurfing
A prática, que pode ser traduzida, ao pé da letra, como “surfar no sofá”, implica em hospedar-se gratuitamente na casa de moradores de um determinado local. O sofá não é necessariamente o que eles têm a oferecer, muitos disponibilizam camas, colchões e até quartos privativos para os visitantes.

O site mais conhecido de adeptos dessa prática é o www.couchsurfing.org. Para utilizá-lo, basta entrar no endereço eletrônico, criar um perfil online e começar a busca de uma acomodação. Fica mais fácil escolher um lugar bacana ao olhar as recomendações já feitas por outros “coachsurfers” que passaram pelo destino.
“O mais legal do couchsurfing é conviver com pessoas locais, que vão ajudar você a conhecer os lugares que só os moradores da cidade frequentam. A imersão na cultura é muito mais intensa, não se compara a de um turista que vai, fica em um hotel e visita só os pontos turísticos”, diz o mochileiro e fotógrafo Leonardo Maceira, que há cinco meses tem viajado pelo Brasil sem dinheiro na carteira, registrando suas aventuras em sua página do Facebook (https://www.facebook.com/OsLugaresdeCadaUm).
Vale saber que o anfitrião tem todo o direito de não aceitar um pedido de hospedagem feito via couchsurfing. Por isso, é bom sempre ter mais de um “sofá” como opção, antes de programar a sua viagem.

Trocar trabalho por comida e hospedagem
Você pode ter acomodação e refeições gratuitas em outro país se estiver disposto a ceder algumas horas do seu dia para trabalhar em um negócio, que pode ser uma fazenda, uma casa de família, um rancho, alojamento ou albergue. Existem muitos estabelecimentos ao redor do mundo que oferecem, além de comida e um local para dormir, acesso gratuito à internet e a oportunidade de conviver com a comunidade local. Tudo em troca de uma ajuda.

O site HelpX (http://www.helpx.net/) reúne muitos locais ao redor do mundo que aceitam essa prática. Quem recebe os voluntários geralmente exige um compromisso. Na média, são necessárias quatro horas diárias de trabalho para usufruir desses benefícios, mas pode haver variações.
Como regra geral, ao ajudar mais, você tem mais regalias. Por exemplo: quem prefere trabalhar por duas horas diárias talvez só consiga um local para dormir, enquanto quem se coloca à disposição por seis horas diárias poderá ter, além das refeições, um quarto privativo. Muitas das oportunidades são em áreas rurais, por isso, têm mais chances aqueles que incluem no perfil habilidades como saber mexer com plantas e colher frutas, cuidar de animais e andar a cavalo.

Ser voluntário de causas sociais
Essa é uma forma de viajar a custo baixíssimo – geralmente se paga a passagem aérea e o seguro saúde – mas só serve para aquelas pessoas que não querem apenas carimbar o passaporte, mas que estão interessadas em se envolver em grandes projetos humanitários.

“É para quem tem vontade de conhecer o mundo não somente para aprender um idioma e, sim, para desenvolver responsabilidade social”, diz Moira Helena, diretora de intercâmbios sociais para estudantes da Aiesec no Brasil, organização estudantil sem fins lucrativos que, em 2013, levou 1.600 brasileiros para trabalharem como voluntários em outros países.
Para embarcar nos intercâmbios oferecidos pela organização é preciso ter entre 18 e 30 anos e inglês no nível intermediário. Colômbia, Argentina, Índia, Romênia, Hungria, Turquia e Egito são alguns dos países que entram nos programas, com duração de seis a doze semanas. Ao chegar no destino, os voluntários geralmente dão apoio a uma ONG local em áreas diversas, como financeira e comunicação. Em alguns casos, os jovens também podem ser treinados para atuarem como professores temporários de escolas locais.

Viajar com milhas
É verdade que acumular milhas aéreas custa, porque você precisa gastar para obter esse benefício. No entanto, se consegue isso adquirindo itens que iria comprar de qualquer maneira, essa é, sim, uma grande vantagem. Opções de programas de fidelidade não faltam, basta escolher aquele que oferece os melhores benefícios. Uma dica é optar por um programa que possua voos para os destinos que pretende visitar. Assim, é mais fácil se fidelizar. Caso contrário, você terá pontos espalhados por diversos programas, que dificilmente o levarão aonde quer chegar. Outra recomendação é escolher um cartão de crédito que ofereça uma boa troca do valor gasto por pontos e concentrar as compras nele. Por fim, é importante considerar a validade dos pontos e se planejar para conseguir acumular uma boa milhagem antes de ter de resgatar.


Pedir doações em sites
O crowdfunding é uma iniciativa de financiamento coletivo, uma maneira de captar recursos por meio de doações em dinheiro para um projeto específico. A ação já foi utilizada para viabilizar os mais diversos planos e agora também está disponível para quem quer ter sua viagem financiada.

O Trevolta (http://www.trevolta.com/) oferece a oportunidade de você montar o roteiro da sua viagem e, após precisar a quantia de dinheiro necessária para realizá-la, pedir contribuições.
Mas é claro que não é qualquer viagem que consegue patrocinadores. Para um crowdfunding de viagem ser bem-sucedido, é preciso ter diferencial. O “New York to Patagonia… By Ambulance!” (De Nova York à Patagônia… Em uma ambulância), por exemplo, conseguiu levantar US$ 8 mil dos US$ 10 mil pedidos. A proposta era viajar em uma ambulância da Big Apple até a América Latina e, ao fim da rota, doar o veículo para uma organização que presta atendimento de saúde para as comunidades carentes da Colômbia.
Ideias muito boas podem até ser patrocinadas por empresas. Outra opção para viabilizar o seu sonho é oferecer recompensa para os doadores, como cartões-postais do destino, fotografias e lembrancinhas locais.

Jacqueline Moraes

sexta-feira, junho 06, 2014

Como dar volta ao mundo


Quem disse que para viajar é necessário gastar muito dinheiro? Fico fascinada quando escuto histórias de pessoas que, simplesmente colocaram a mochila nas costas e foi por aí. Conheço aqueles que inclusive não voltaram mais. Admiro aqueles que  comem com as mãos, sabem o dia grátis de museus e teatros, dividem seu conhecimento sem nada em troca. O maior investimento, não é comprar o carro do ano ou o último lançamento do Iphone 99. Investimento, é conhecer pessoas, culturas, admirar cada tribo, sentir na pele as dificuldades, o frio, o calor, a chuva ou a solidão. É viver a cada dia uma experiência nova, é conhecer si próprio. E pode ter certeza, você só saberá disso quando sair da sua zona de conforto. Quando desapegar de coisas que é motivo de guerra em sua casa, em sua vida, no mundo. Não pense no que as pessoas vão dizer, não tenha preconceito, não se limite, seja humilde.  Se arrisque, siga o seu coração. E pra você, qual o sentido da vida?

 Oneworld é uma companhia de viagem para Mochileiros. Com apenas $3.500 é possível fazer uma viagem ao redor do Mundo. Parece incrível, né?
Se você não tem medo de arriscar, e de ir em busca de seus sonhos. Confira: OneWorld

Rafael Sette Câmara, Jornalista, brasileiro e mochileiro. Deixou para trás amigos e família para viajar ao redor do mundo por 10 meses. " A vida é imprevisível. Você pode tremer de medo de viajar de avião, mas sangrar até a morte depois de uma queda no banheiro", confessa o Aventureiro.
 Mas como começar? Qual destino escolher?. No site papodehomem, Rafa fala um pouco de sua viagem e ainda revela algumas dicas.
Volta ao Mundo - Cique Aqui
Como escolher destinos de viagem - Clique Aqui!

Jacqueline Moraes

sábado, março 29, 2014

‘Mães mochileiras’ levam filhos para viagens de aventura pelo mundo

 
Elas estão acostumadas a sair pelo mundo com a mochila nas costas, percorrendo destinos exóticos, dormindo em campings ou albergues da juventude, comendo na rua e fazendo passeios culturais ou trilhas de ecoturismo. Quando os filhos nasceram, resolveram não abrir mão desse estilo de vida e transformaram os pequenos em companheiros de aventuras.
Junto com as suas “mães mochileiras”, Felipe, de três anos, Amelie, de um ano e meio, e Enzo, de sete anos, viajam nesse esquema desde bebês.
Os destinos que eles já conheceram vão desde os vizinhos Argentina, Peru e Chile até os mais distantes Aruba, Nova Zelândia, China, Índia, Rússia e Laos. Conheça as histórias dessas três famílias viajantes.

Felipe tem apenas três anos, mas muitas histórias na bagagem.

Aos 11 meses, ele deu seus primeiros passos em um museu de Bogotá, na Colômbia.
O menino passou o aniversário de 2 anos dentro de um trem na ferrovia Transmongoliana, que vai da Rússia à China. Aprendeu a cumprimentar falando “ni hao” na China e “namastê” no Nepal. Andou de elefante na Tailândia e no Laos e de riquixá na Índia. Deu comida para girafas na Nova Zelândia e brincou com crianças nômades na Mongólia.
Ao todo, ele acompanhou os pais para 26 países. As aventuras das viagens em família são contadas no blog “Felipe, o Pequeno Viajante“.
Felipe fez a primeira viagem com apenas 15 dias de idade. Foi para o Uruguai, que faz divisa com a cidade onde a família mora, Jaguarão, no Rio Grande do Sul.
 Cláudia diz que levar o filho foi uma ótima experiência. “Quando você viaja com criança, as pessoas se abrem muito mais. Você convive mais com os locais, ganha logo a confiança. 
No ano passado, o casal alugou um motor home e passou 40 dias viajando com Felipe pela Austrália e pela Nova Zelândia. Os próximos planos são levá-lo para esquiar em Ushuaia, conhecer a África e fazer uma grande viagem pelos Balcãs, visitando destinos como Kosovo, Sarajevo e Macedônia. “Tenho até medo de que, quando ele crescer, se sature de tanto viajar”, diz Cláudia.
 
 

De mochila pela América do Sul

O nome bem-humorado do blog da fotógrafa Ana Amaral, 32 anos, diz tudo: “Mãe Mochileira, Filho Malinha”. Desde que tinha 3 anos, Enzo, o “filho malinha”, acompanha Ana e o marido nas aventuras pelo Brasil e pela América do Sul.
Sua primeira “mochilada”, como define a mãe, foi para o Chile e a Argentina. Ele também já acompanhou os pais ao Peru e para várias praias, principalmente no Rio Grande do Norte, onde moram.
Programas escolhidos especialmente para agradar ao filho foram incluídos nas viagens. Na Argentina, por exemplo, o show de tango foi substituído por uma visita ao “Museo de los Niños” (Museu das crianças). No Chile, a família foi a um zoológico, e em Lima, a uma ilha de pinguins.

 
Mas certas coisas não mudaram. “A gente não fecha nenhum roteiro, não faz agenda. E também não me preocupo muito em manter a mesma rotina, horário de dormir, de comer. É uma situação diferente, atípica, então eu libero algumas coisas”, diz Ana.
Ana diz que, quando começou a viajar com o filho nesse esquema, as pessoas estranhavam. “Elas acham que ele iria atrapalhar e não iria se lembrar de nada depois, mas não é verdade.”
Para ela, a mentalidade dos brasileiros está começando a mudar. “Uns anos atrás, viajar assim era algo bem europeu. Lá você vê pai com bebê de colo amarrado na mochila. Mas agora o brasileiro está acordando para isso e vendo que não precisa deixar a criança em casa para viajar, mesmo que seja de mochila.”
 
Viajante experiente, Fabiana Guimaro, de 31 anos, adicionou recentemente um item à mochila: a pequena Amelie.
Fabiana e o marido, Eder , compraram uma mochila semelhante à que usam para carregar a bagagem – e que já os acompanhou em uma volta ao mundo de 2008 a 2010 – especialmente adaptada para levar crianças.
A caçula desta reportagem, que tem menos de um ano e meio, viaja com os pais desde os dois meses.
Ela já passou o Carnaval no Espírito Santo, passeou nas praias de Ubatuba (SP), São Miguel do Gostoso (RN) e Aruba (no Caribe) e fez turismo ecológico em Brotas (SP), onde ficou hospedada em um albergue da juventude – os pais queriam acampar, mas choveu e preferiram uma opção mais confortável.
Depois que Amelie nasceu, Fabiana fez algumas adaptações na rotina de mochileira. Incluiu programas infantis no roteiro e observa a disposição da filha. “Tem que respeitar o limite da criança. Não adianta querer levar para passear se ela estiver morrendo de sono”, diz.
Mas a mochileira consegue manter muitas das atividades que sempre curtiu. Fazer trilhas e ir a cachoeiras, por exemplo. “A mochila é tão confortável que dá para caminhar uma ou duas horas seguidas. Ela até dorme”, diz ela, que conta as aventuras da família no blog “Quatro Cantos do Mundo”.
Para Fabiana, “são os filhos que se adaptam aos pais, e não o contrário”. E ela garante que Amelie curte as experiências.
“Ela gosta. Quando vê a cadeirinha, já pede para entrar porque sabe que vai sair para passear. E ela fica tranquila no avião, mesmo em um voo mais longo”, afirma.
O próximo destino da família é Pirenópolis, em Goiás. Eles também querem viajar por 30 dias pelo interior da Austrália no fim do ano e, no futuro, pretendem fazer outra volta ao mundo com Amelie.
“Isso quando ela tiver uns 8 ou 10 anos de idade, para poder entender e curtir mais. Ela vai ter que ficar um tempo fora da escola, mas vai aprender tantas outras coisas diferentes que vale a pena”, diz Fabiana.
Fonte, G1


sábado, março 22, 2014

Mulher sai pelo mundo viajando de bike

Uma mulher, um sonho e 13 mil km de bicicleta por seis países da América Latina. Essa é não só a ambição como a ação de Carol Emboava, criadora do projeto Giramérica que, como ela mesma descreve, “é mais que uma viagem ou um evento esportivo, é um sonho que vem tomando forma há alguns meses”.
A aventura de bike começou em agosto de 2013, quando Carol resolveu tirar férias de um ano e viajar, saindo do Brasil, passando pelo Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia e terminando no Peru. A pesquisa é extensa e ela afirma que todos os dias se vê perdida entre mapas, Google maps, guias e livros, buscando informações e tentando planejar ao máximo essa longa viagem.
Carol saiu para viver ao extremo, presenciar paisagens maravilhosas, ter surpresas, sentir a chuva, ver o pôr do sol, fazer amigos no meio da estrada e até aprender a cozinhar, como na Estancia Cameron, que fica na Terra do Fogo, onde ela fez pães.
Atualmente, a ciclista está curtindo Ushuaia, na Argentina, e seu diário pode ser acompanhado no Facebook, neste link. Veja algumas das fotos que rolam por lá:
 










“Porque um dia é preciso parar de sonhar, tirar os planos das gavetas e, de algum modo, começar” (Amyr Klink)
Fotos por Carol Emboava

quinta-feira, janeiro 30, 2014

As 12 verdades que ninguém te conta sobre fazer mochilão


1.
Escolha um lugar para ir. Dizem que o mundo é pequeno pra quem viaja, mas se você
não tem nem idéia pra onde vai, o mundo pode ser bem grande.

1.b. Escolha de última hora, convença um daqueles amigos influenciáveis a ir junto dizendo que vai ser a viagem de suas vidas. E é mais ou menos isso aí o real planejamento.

2.
Arrume uma boa mochila, de preferência que tenha barrigueira. Lembre-se que o peso
da mochila é carregado no quadril (e nas pernas) e não nos seus ombros.

2.b .Sua primeira saga vai ser uma merda porque você resolveu economizar na hora de comprar uma mochila. Em vez de comprar uma decente, como as alemãs Deuter, vai preferir uma paraguaia. Na segunda vez vai tirar o escorpião do bolso e entender porque se paga mais de R$900 em uma mochila.

3.
O peso da mochila deve ser de no máximo 1/3 (um terço) do seu peso corporal. Por isso, preste muita atenção no que vai levar. Leve o mínimo necessário para sua aventura.
3.b. Como você é um sedentário e resolveu fazer o mochilão pra entrar em contato com seu lado aventureiro, vai descobrir o significado de uma dor mortal nas costas. Trouxa. Quem mandou desistir da academia.

4.
Ao invés de levar sabonete, shampoo e sabão em pó, pra lavar roupas, substitua tudo isso por uma pequena barra de sabão de coco de boa qualidade. Serve muito bem pra tomar banho e ter roupas limpas.
4.b. Seu cabelo e sua pele vão ficar como a de um sujeito perdido do deserto há 10 dias. Isso porque você esqueceu a porcaria do shampoo e do sabonete que sua namorada/mãe/cuidadora deixou separado debaixo do seu nariz. Quem não tem cão, usa aquele merda de shampoo 2 em 1 gratuito sem nome que os hostels dão de graça. Acostume-se.

5.
Leve uma corda plástica fina, uma tampa de pia, um prendedor de roupas e um canivete. Nunca se sabe quando você vai precisar amarrar sua mochila, encher uma pia para lavar roupas, pendurar seu nécessaire num banheiro sem gancho ou até mesmo secar roupas dentro da barraca;
5.b. Aceite o fato de que vai precisar usar camisetas, shorts, cuecas e meias sujas e/ou úmidas em certo ponto da viagem. Você não tem dotes domésticos no Brasil, quanto mais fora dele, cercado de festas e gringas gostosas por todo lado.

6.
Kit de primeiros socorros! Se você toma remédios específicos nunca se esqueça deles! Acredite, o Sistema Único de Saúde brasileiro é MUITO bom quando comparado com o de outros países.
6.b. Se você não fizer um seguro de saúde e por acaso quebrar o braço ou necessitar de algum remédio específico, se prepare para ligar para o papai choramingando por mais dinheiro. Sua conta bancária será arrombada. Ah, leve bastante engov, neosaldina, dorflex e remédios pra mal-estar estomacal, são itens básicos de sobrevivência na selva internacional. Spray de propólis também, você vai perder a voz e inflamar a garganta em algum ponto entre a quinta e a décima sétima festa.

7.
Se você for de avião/ônibus compre apenas a passagem de ida e volta (se suas férias têm data certa pra acabar). Outras passagens, deixe para comprar quando chegar lá.
7.b. Mate seu bloqueio contra pegar carona com pessoas esquisitas/fedorentas/bizarras. Você vai necessitar da generosidade delas para se deslocar.

8.
Reserve um hotel/pousada no primeiro destino, pois procurar hospedagem depois de várias horas mal dormidas, é desgastante. Mas reserve apenas a primeira noite, para que você não tenha cronograma e se veja obrigado a procurar outros lugares.
8.b. Sim, você vai reservar um quarto misto. Não, você não vai transar com duas nórdicas deliciosas sedentas por sexo na primeira noite. Nem na última.

9.
Se for de carro, trace um esboço da sua rota ideal, mas não se prenda a ela. Durante a viagem você vai receber varias dicas e ideias de locais pra visitar e você não deve estar engessado com datas e horários. A melhor coisa é nunca ter muito planos. Prepare-se pro pior, espere o melhor e aceite o que vier.
9.b. Compre um mapa local, de papel. Ao contrário do que a cultura Zuckerbergriana prega, eles ainda são úteis pra caralho. A porra da web *nunca* vai funcionar quando você precisa.

10.
Vá a bares, restaurantes e eventos freqüentados pelos ‘nativos’ do local. Fuja dos roteiros turísticos. Converse bastante com o pessoal da região, eles serão seus melhores guias para descobrir picos muito doidos e pouco freqüentados.
10.b. Confie em pessoas desconhecidas que estiverem bebendo com você. Elas sabem das coisas.
PS.: Leve seu canivete no bolso, ele pode ser necessário para escapar do cativeiro.

11.
Se você estiver num lugar muito bacana, se divertindo, fique. Fique um dia, dois, dez, as férias inteiras. Lembre-se que você não tem planos e nem objetivos concretos nessa viagem.
11.b. Se sua grana acabar e estiver em um local espetacular com pessoas incríveis, venda algo. Faça sexo por dinheiro. Mas dê um jeito de ficar mais tempo, são esses os momentos que fazem a vida valer a pena.

12.
Aproveite! Tudo! Todo o processo! Um mochilão não é apenas a estrada e a aventura. Os preparativos são muito prazerosos, a aventura e o frio na barriga durante a trip são incríveis e rever as fotos e contar as historias depois é fascinante. Curta! O mundo
virou o seu quintal!

12.b. Sua maior preocupação deve ser se arrepender do que não fez. É virtualmente impossível voltar com ressaca moral de um mochilão. O que acontece em Vegas/Machu Picchu/Europa ou numa sauna GLS na Bratislava, fica por lá.
 

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Europa: Avião X Trem

 

Esse post é pra falar dessa que talvez seja a dúvida mais frequente entre quem viaja para a Europa: “Como me locomover entre os países, de avião ou de trem?”
É claro que cada um tem suas vantagens, então qual meio de transporte você vai escolher vai depender de qual é sua prioridade, vamos lá:
 
Tempo
Se você está correndo de uma cidade pra outra e não pode se dar ao luxo de perder tempo com transporte, provavelmente a primeira coisa que vai vir na sua cabeça é ir de avião. Cuidado! Na Europa, muitas vezes se perde o mesmo tempo em um deslocamento de avião que de trem! Não há dúvida de que o vôo é mais rápido, mas tem que se computar também o tempo de check-in (se for vôo internacional 2 horas…) e o tempo de deslocamento entre o aeroporto e o centro da cidade, tanto na cidade de partida quanto na chegada, e os aeroportos europeus em geral são bastante afastados, frequentemente leva-se mais de 1 hora para chegar a um aeroporto. Já as estações de trem são centrais, além de não ser necessária muita antecedência para embarque, o que acaba compensando a viagem mais longa. Frequentemente o tempo total do descolamento é similar, então pesquise essas informações.
 
Custo
Para alguns pode ser surpresa, mas viajar de avião, em geral, é mais barato que de trem. Na Europa existem diversas companhias chamadas “low cost”, ou seja, companhias aéreas de baixo custo, que vendem passagens a preços muito acessíveis. Mas não espere conforto, e esteja preparado para restrições de bagagem. Essas companhias frequentemente cobram separadamente taxas pra quem vai despachar a bagagem. Mesmo assim o preço do avião continua em vantagem.
Não se deixe enganar pela possibilidade de compra de passas de trem achando eu estará fazendo uma grande economia. Esses passes às vezes não compensam nem em relação à compra de passagens de trem avulsas, quanto mais quando comparado ao custo do avião.
Mais uma vez não se esqueça do custo de deslocamento para o aeroporto. Se for usar transporte público vale a pena, se for pegar um táxi vai encarecer bastante o deslocamento.
 
Conforto
Se for comparar o conforto entre os trens europeus e as companhias aéreas low cost de lá não existe discussão, o trem é muito mais confortável e prático. Se você pensa em investir em uma companhia aérea mais cara estará também bem servido (mas mesmo assim, na minha opinião, o trem continua sendo a melhor pedida).
 
Flexibilidade
Raramente as companhias low cost aceitam trocas ou cancelamentos de passagens, em geral suas regras são bastante restritas. Empresas mais caras oferecem tarifas flexíveis, resta pensar se o custo extra por isso irá compensar… As passagens de trem são mais disponíveis e podem ser compradas com menos antecedência, então mais uma vez ponto para o trem!
 
Experiência
Mais um quesito com vitória fácil do trem! Aviões são iguais em todo lugar do mundo, já trens são sempre uma experiência diferente… seja para o bem ou para o mal. No caso da Europa os trens são de altíssimo padrão, então pode ir sem medo!
Se for considerar um misto de todos os quesitos, nessa avaliação o trem levou vantagem. Mas ele perdeu em um quesito que muitas vezes é o fator limitante nas nossas viagens: o custo. Em minha opinião, se o custo não fosse um fator limitante eu não pensaria duas vezes e optaria sempre pelo trem, mas no meu caso o custo pesou e fiz a maior parte dos deslocamentos de avião… Agora conta pra gente a sua experiência aí nos comentários!
 
clandestinos.org

segunda-feira, outubro 14, 2013

Como viajar o mundo de graça.



Viajar pelo mundo, visitando lugares incríveis pode parecer impossível para nós pobres mortais... Mas agora não é mais.
Estou aqui hoje com a luz no fim do túnel para quem tem o sonho de viajar o mundo, mais nunca segue adiante devido ao quesito “grana”,
Confira agora, 10 dicas para viajar o mundo de graça.  (eu falei de graça)
Pode até ser assustador aventurar-se no mundo com nada mais do que otimismo e boa vontade, mas a liberdade pessoal começa com um salto de fé. Se não tiver grana tudo bem , mais sem grana e sem fé não dá...
Preste muita atenção nas dicas a seguir, agarra na fé  e bora fazer as malas, ou melhor, mochila.



1. Abrace a simples alegria de viajar
Viajar te liberta da rotina diária. Você vai explorar novos lugares, conhecer pessoas novas, experimentar novas comidas e aprender coisas sobre o mundo que você nunca imaginou que fosse possível.
Mas pra isso vc deve deixar de lado preconceitos, medos e “frescuras”.
Ande pelas ruas de uma cidade, converse com um local, suba até o topo de uma colina e observar o pôr do sol sobre o oceano. Disfrute da alegria de porder planejar a sua viagem da maneira que desejar, sem saber o que vira depois. Você não comprou um pacote de viagem com começo meio e fim... a regra é não ter regras...


2. Mantenha suas necessidades ao mínimo
Temos a mania de pensar que necessitamos comprar novos bens o tempo todo, desde as coisas mais simples como creme corporal, um relógio de marca e por aí vai. Se for viajar o mundo neste esquema, esqueça a palavra “Comprar”
Você vai precisar de ar fresco, alimentação saudável, água limpa, e um lugar seguro para dormir.
Todas estas coisas são simples de se obter e a maioria deles são gratuitos.
Comida e abrigo são muito mais baratos quando não se tem “frescura”. Claro que vc não vai comer o churrasquinho de cachorro da barraquinha do seu Miagui na China e morrer de indigestão. Mas quando se come de tudo, é possível optar para o que esta mais em conta no dia.
Mas se a grana acabou?  Não tem problema, as próximas dicas te mostram como obter alimento de graça.


 3. Vá devagar
Desde que você acredita que tempo é dinheiro, você vai gastar dinheiro o tempo todo.
Tempo não é dinheiro, e pra viajar o mundo de graça você tem que ter todo o tempo do mundo.
Em vez de comprar um bilhete de avião, pegue uma carona. Pode parecer perigoso, mais muita gente esta habituada a dar caronas por aí, especialmente na Europa e EUA.  Ou simplesmente pegue sua moto e vá embora.
Lembre-se, quanto mais devagar você viaja, menos dinheiro você vai gastar.


 
4. Deixe suas posses e obsessões pra traz.
Quando você viaja você não precisa pagar aluguel. Você não precisa de um carro. Você não precisa de um forno, máquina de lavar, TV a cabo, academia, um sofá aveludado ou um armário cheio de roupas. Lembre-se, você não precisa se preocupar em pagar as contas, porque não há contas a pagar. Por isso, planeje-se com antecedência, venda tudo que te gere contas e cai na estrada. Você é livre.
 
5. Confie nas pessoas e você receberá comida e hospedagem de graça.
Muitas pessoas estão dispostas a abrir sua casa para os viajantes, isso mesmo, de graça e sem nada em troca... 
CouchSurfing e WWOOF são dois sites fenomenais que ajudam os viajantes a se conectar com moradores locais. Membros do CouchSurfing estão dispostos a proporcionar aos viajantes um lugar para dormir/hospedar-se sem custos. WWOOF conecta viajantes com os agricultores orgânicos que querem trocar alojamento e alimentação por uma mão extra.
Membros do CouchSurfing e WWOOF estão apenas buscando uma alternativa de alto impacto para acabar com a cultura de alto consumo. O que faz deles pessoas extremamente interessantes e amigáveis.




6. Aprenda uma atividade útil.
Se você tem uma habilidade, como cozinhar, fazer massagem, habilidade musical ou de carpintaria básica, você pode trocar por comida e alojamento.
Quanto mais devagar você viaja, mais fácil será fazer um acordo mutuamente benéfico com uma comunidade local ou  um “host” (pessoas que abriga viajantes).
Habilidades universalmente apreciadas como cozinhar são os melhores, se você fala inglês você pode viajar o mundo ensinando a língua em cada destino que visitar.



7. Saia da Cidade
As cidades são construídas com dinheiro, e necessidades, como ar puro, água limpa e um lugar seguro para dormir são difíceis de encontrar nas cidades grandes.
Vá para lugares, onde as pessoas são mais tranquilas, o alimento é abundante e há espaço suficiente para um viajante colocar seu saco de dormir sob o céu estrelado.



8. Encontre um trabalho que te faça viajar.
Se você precisa de uma renda, há milhões de empregos disponíveis que te fazem viajar o mundo.
Claro, alguns trabalhos são mais fáceis de amar do que outros, há muitos trabalhos que te fazem ralar sem ter tempo pra nada, portanto, escolha bem evite trabalho antiético, se possível.


9. Abrace as oportunidades.
Viajar o mundo de graça exige uma mistura de planejamento prévio e a vontade de aproveitar as oportunidades que aparecem.
Um amigo no CouchSurfing querendo companhia para dirigir de uma ponta a outra em algum lugar no mundo, alguém em uma fazenda orgânica na Tailândia precisando de alguém para cuidar da terra na estação da chuva...  Ou algum de seus amigos também está com aquela vontade louca de jogar tudo pro alto e viajar o mundo por um ano, mais esta esperando aquele empurrãozinho que vc poderia dar.  
Como Kurt Vonnegut escreveu, “Peculiar travel suggestions are dancing lessons from God.”




10. DANCE
O melhor da vida é dançar... Dançar em terras desconhecidas, com pessoas estranhas, aventurar-se em uma história sem começo, meio e fim, onde o dono do seu destino é VOCÊ mesmo...
Vai ficar a vida inteira imaginando como teria sido viajar o mundo deixando tudo pra traz. Como teria sido conhecer pessoas e lugares inesquecíveis do outro lado do mundo e ter histórias para contar por toda a sua vida??


Come on - Lets dance!!!

quarta-feira, maio 22, 2013

Relato de Mochileiros


Uma das minhas maiores loucuras nesse mundo afora, será o Mochilão em 2015.
Ainda não tenho dúvida qual será o primeiro: Europa ou America do Sul. Mas há alguns meses eu visualizo com frequência do site dos Mochileiros, é ótimo para quem precisa de ajuda com o roteiro, custos, hospedagens e até mesmo se vai viajar sozinho e precisa de alguma companhia. Ja vi em um  fórum, mochileiros que vão quase sem dinheiro, que preferem trabalhar no meio do caminho, para mulheres como eu, isso não é muito aconselhável.
Por isso resolvi deixar para vocês que também pensam em fazer essa grande aventura, Relatos de 4 mochileiros, que resolveram ir para de diferentes lugares.
Relato: Mochilão Paris, Bruxelas, Holanda, Alemanha e Itália: aqui!
Relato: Mochilão Peru. Bolívia e Chile: aqui!
Casal Mochileiro na Toscana: