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domingo, setembro 28, 2014

Até onde você iria por seus valores?


Após seis anos de sua estreia, resolvi assistir o filme Into The Wild. Relutei em vê-lo por motivos desconhecidos e me arrependo por isso. Este é o tipo de filme que deve ser visto de tempos em tempos, para reflexão. Com aproximadamente duas horas e vinte minutos de duração, a história relata a vida do recém-formado Christopher McCandless e é uma verdadeira lição de vida. Dirigido pelo também ator e produtor Sean Penn, o material serve como uma chacoalhada para qualquer um que o assista.
O filme, baseado no livro que tem o mesmo título, expõe a vida de McCandless. O estudante, nascido em berço de ouro, porém imerso em brigas e infelicidade, resolve deixar o diploma e a família para trás (além de pouco mais de 24 mil dólares doados a uma instituição de caridade) e seguir seu sonho: viver fora dos padrões da sociedade. No auge de sua juventude, ele abandona seu carro, queima o resto do dinheiro restante e, com uma mochila nas costas, segue por algumas cidades dos Estados Unidos e México em sua jornada para o Alasca. Em uma junção simbólica de palavras, Christopher muda sua identidade para Alex Supertramp – tendo numa tradução grosseira o sobrenome “super vagabundo” –, conhece diferentes estilos de vida, dedica-se a anotar seus sentimentos, lista diferentes coisas aprendidas durante a jornada e aprende viver sem a necessidade ou dependência do dinheiro – e do consumo exacerbado de produtos listados pela sociedade como “indispensáveis para sua felicidade”.
Casa cheia, filhos perfeitos, carro do ano… Inúmeras são as imposições da sociedade a fim de nos mostrar o verdadeiro “caminho” para a felicidade plena. Porém, existe um pequeno detalhe durante esse trajeto, o qual muitos esquecem de enxergar: o próprio caminho. Como Supertramp, muitos são os que dizem sentir desprezo pelas regras impostas pela sociedade, porém, na hora de tirar proveito das facilidades, o fazem sem lembrar dos valores. A diferença do jovem de 23 anos da história foi a audácia e coragem de seguir à risca seus ideais. Ele deixa o conforto e segurança e se arrisca entre caronas, dormidas em sua barraca de acampamento e em uma Kombi abandonada a qual ele nomeia de Ônibus Mágico. O jovem aprende que a felicidade encontra-se nos momentos mais simples da vida e, em um desfecho emocionante, ele lista sua última descoberta: a felicidade só se torna real quando compartilhada. Compartilhada não significa exposta, para provocar inveja alheia – apenas um adendo.
E esse erro começa na infância. Enchemos nossos filhos – sobrinhos, afilhados – de presentes no Dia das Crianças, Natal, aniversário ou qualquer outra data comemorativa que incite a troca de presentes materiais. Compramos o brinquedo mais caro a fim de ver a felicidade estampada em seus rostos. Na adolescência, os enchemos de viagens, festas, roupas e perfumes caros. Pagamos a escolar mais cara, o curso de inglês renomado e exigimos que eles andem com gente “bem-apessoada”. Faculdade cara, carro do ano… E durante esses, pelo menos, 22 anos, esquecemos, em meio a tanto trabalho e obrigações, de dar o básico: um real ensino. A importância de mandar uma cartinha aos avós dizendo o quanto os ama; tirar fotos com os amigos (e não autorretrato para postar em rede social) e revelá-las, para mais na frente sentir naquela imagem a felicidade que foi aquele momento; respeitar e exercitar a paciência no momento de discordância entre você e seus pais ou irmãos. Esse é o segredo da felicidade – o que me faz pensar que seja o segredo da vida.
Enfim, de volta ao filme. Interpretado por Emile Hirsch, a obra exala riqueza cultural entre gerações em cada personagem. Estimula o espectador a refletir sobre valores, por mais que não queira. Cada discurso elaborado, com suaves pinceladas de grandes filósofos comoDavid Thoreau e Leo Tolstoy, torna-se pura psicanálise. Não só Hirsch, mas todo o elenco esbanja simplicidade e beleza, diferente das grandes películas Hollywoodianas. Não sou especialista no assunto, mas não posso deixar de falar sobre alguns aspectos reveladores do filme, como a ótima fotografia. Cada imagem, cada paisagem torna-se mais deslumbrante à junção da trilha sonora que, por sinal, cai como uma luva em cada pedacinho do filme. A trilha é assinada pelo vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, que magnificamente traduz em poesia o encaixe perfeito para o enredo do longa. Um trabalho no mínimo tocante, onde expõe a paixão do homem pelo simples, pela natureza e nos põe a repensar sobre nossas prioridades na vida.Totalmente obrigatório e, acima de tudo, inspirador.
Just remember: “Hapiness is only real when shared”.

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

4 maneiras de achar inspiração em qualquer lugar

 


Você não precisa conhecer todos os museus possíveis ou gastar fortunas indo nas mais belas paisagens do mundo para inspirar sua criatividade.
Algumas atitudes no dia a dia podem fazer o mesmo efeito que uma obra de arte ou alguma beleza natural, é o que afirma Christina E. Shalley, Ph.D. e professora em comportamento organizacional do Georgia Institute of Technology, em entrevista para o site da revista Fast Company. O desafio, diz ela, é “encontrar o ambiente que aflora essa criatividade”.
Abaixo, a professora oferece quatro dicas para achá-lo – e, assim, potencializar suas inspirações.

1. Desafie sua pré-concepções
Paisagens belas e obras de arte têm o poder de abrir sua a mente para novas possibilidades: um pôr do sol pode fazer você reparar em cores que nunca sabia que existam. Segundo Keith Sawyer, autor do livro “Zig Zag: The Surprising Path to Creativity” (Zig Zag: O Surpreendente Caminho Para a Criatividade), esse tipo de experiência aumenta o poder de percepção de uma pessoa. Na sua empresa, você consegue fazer o mesmo. Basta analisar suas opções pelos caminhos que normalmente não seguiria. Se você chegou a uma decisão sobre uma campanha de marketing, pare e reflita sobre a mesma problemática de um jeito completamente oposto. Fazer isso é se arriscar a novas possibilidades.
2. Crie sessões de estímulo
Reúna sua equipe para sessões que ofereçam os mesmo estímulos que uma exposição, um filme instigante ou bom livro. Peça para que eles desenhem ou criem murais com e colagens com fotos e temas determinados. Faça com que eles reflitam sobre os resultados e interprete as contribuições de cada membro. Não imponha limites: abrir espaço para criatividade pode tornar seus funcionários mais criativos – e você também.

3. Mude sua rotina constantemente
Mudar o jeito como você faz as coisas diariamente pode abrir sua mente para novas interpretações e perspectivas. Faça um caminho diferente para o trabalho ou casa; observe tudo que há de novo na trajetória; repare na arquitetura, pessoas e outros negócios em volta. Dentro da empresa, mude a música que por acaso é trilha sonora do ambiente, reorganize salas de reunião ou de recreação. Pequenas mudanças podem trazer grandes insights.

4. Descubra o que cria espaço na sua mente
Como inspiração e criatividade são coisas bem pessoais, você precisa fazer uma jornada íntima  para descobrir que lugares, objetos, situações, fazem com que sua mente relaxe da rotina diária e crie um pouco de espaço para gerar ideias novas. Assim que você descobrir que coisas são essas, treine sua mente para ter esses momentos de inspiração.

quarta-feira, março 13, 2013

Clipes que me inspiram

    Sempre vemos alguns clipes, que te da aquela energia, que você se idientifica. Por isso, alguns clipes bem recentes, pelos quais eu amo e claro, com muito vintage!


Carly Rae Jepsen - Tonight I'm Getting Over You






Taylor Swift - 22






Couer de Pirate Adieu




Taylor Swift - Begin Again