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segunda-feira, outubro 07, 2013

Viajar e Trabalhar no Exterior: Como Realizar o Sonho


Mochileiro que se preze tem o sonho de trabalhar viajando. Ou seria de viajar trabalhando? Poder trabalhar enquanto viaja, nem que seja para pagar os custos da viagem em si é o ideal de muita gente. Especialmente de quem tem a tal “wanderlust”, aquele vício de estar sempre com o pé na estrada, desbravando novas realidades. Confesso, que esse é meu vicio!
Pra dar uma força, vamos falar aqui sobre algumas possibilidades de trabalho no exterior. Incluí o salário médio dos empregos mais populares e uma lista de sites úteis para você começar sua procura.
Ah, um detalhe: nada de reclamar que os sites são em inglês! Afinal quem não fala/entende o idioma sequer pode pensar em viajar para fora, certo? A não ser nos intercâmbios escola/trabalho, claro. Mas tenha em mente que quanto mais idiomas você falar, mais atrativo seu currículo será.

Guia de turismo


Assim como você, há uma multidão de pessoas que viaja ao redor do mundo para ver os pontos turísticos e mergulhar em diferentes culturas. E tem muita gente que prefere fazer os passeios acompanhados por gente que conhece os locais e que, de preferência, seja guiado por alguém que compartilhe sua língua nativa.
Se você gosta de lidar com o público e curte a cultura e história de uma região específica do mundo, este pode ser uma boa pedida. Há instituições que oferecem certificações para se tornar um guia turístico. Mas, dependendo da oportunidade, talvez isso não seja necessário. O que vai ser importante – e até essencial – é que você seja bi ou multilingue. Guias de turismo podem receber algo entre R$ 80 e R$ 240 por dia, mais gorjetas.

Professor internacional

Professores têm uma ampla variedade de oportunidades internacionais disponíveis. O mais comum é que as pessoas viajem para países estrangeiros para ensinar inglês para crianças ou adultos. Na maioria das vezes, não se paga muito bem para estas vagas, que costumam ser preenchidas por recém-formados que saem em busca de experiência pelo mundo. E dependendo do país, pode-se exigir certificados específicos para tal.
Há também escolas internacionais que educam os filhos de cidadãos norte-americanos e europeus que trabalham no exterior. Estas escolas, muitas vezes, ensinam um currículo voltado para o país de procedência dos alunos, então costumam procurar professores experientes destes países.
Segundo o site LiveCareer.comum professor de inglês no exterior ganha um salário médio de R$ 900 por mês. Claro que isso vai variar muito, especialmente se você estiver em um país em desenvolvimento.

Comissário de bordo


Ainda que possa ser um trabalho física e emocionalmente exigente, tornar-se um(a) comissário(a) de bordo é uma forma garantir viagens pelo mundo. Falar várias línguas certamente vai ajudar; mas como você estará atendendo viajantes de uma gama diversa de países, nem sempre isso é essencial.
Há escolas que ensinam as habilidades necessárias para se tornar um comissário de bordo, mas muitas vezes são as próprias companhias aéreas que selecionam e treinam. Áreas que você vai precisar desenvolver incluem primeiros socorros, atendimento ao cliente e medidas de segurança. De acordo com o Bureau de Estatísticas do Trabalho dos EUA, o salário médio de comissário de bordo é R$ 4,8 mil por mês.
Agora, se quer mesmo levar o ato de voar muito a sério, então vale investir em uuma carreira de piloto. Vai dar muito trabalho (treinamento é longo, caro e exigente), mas o salário será bastante atraente depois. De acordo com o Salary.como salário médio de um piloto de jato comercial de grande porte é de R$ 14,5 mil mensais.

Tripulação de cruzeiro


Da pra imaginar a quantidade e variedade de postos de trabalho existentes em um navio de cruzeiro. De bartenders e garçons, passando por artistas e médicos, a lista é longa.
A jornada de trabalho é longa e os salários nem sempre os mais altos – ainda que a economia com hospedagem e comida ajude muito – mas vai desbravar os mares e conhecer uma variedade de países. As vagas em cruzeiros são muitas vezes preenchidas por meio de agências de recrutamento. E por ser necessária tanta variedade de funções, é possível que você não precise de treinamento adicional algum. Basta encontrar uma posição que requer habilidades similares às que você desenvolveu em empregos anteriores. O que é preciso, porém, é um bom estômago: até os mais resistentes enjoam depois de um tempo.
De acordo com o LiveCareer.com, um diretor de cruzeiro ganha um salário médio de R$ 5,5 mil mensais. É claro que o salário vai variar dependendo da posição. E vale lembrar que um navio de cruzeiro é lugar perfeito para embolsar várias boas gorjetas também.

Trabalhando em hostels

Mesmo o mais intrépido dos viajantes pode acabar se vendo sem dinheiro numa viagem ao exterior. Nem sempre sai tudo como o programado e se o espírito for mesmo de aventura (e de sobrevivência, claro), por que não fazer uns trocados extras trabalhando em um albergue?
Pode ser no próprio albergue em que você está hospedado (seu trabalho pode pagar a diária) em outro ali por perto. Nas altas temporadas (verão, festas, feriados etc.), a necessidade por staff extra costuma ser maior, então vale ficar de olho. Em algumas propriedades, o quadro de avisos é o lugar certo pra procurar as possíveis vagas; em outras, vale mesmo perguntar pra equipe.
Mas o que fazer no hostel? Isso vai depender das necessidades de cada local, claro. Vai desde atender na recepção ou no bar até dar uma força na limpeza. Se for em áreas mais rurais ou campestres, como nas fazendas da Austrália, por exemplo, é muito comum os residentes fazerem serviços rápidos como capinagem, pinturas ou outros pequeno serviços.
Agora, se você tem alguma habilidade manual super bacana, mostre-a! Toca um instrumento ou canta? Pois um showzinho no fim do dia pros hóspedes pode ser irrestível. Tem dotes culinários especiais? Quem sabe dar uma incrementada no cardápio do local? É um videomaker? Ofereça-se para fazer um vídeo promocional do albergue! O hostel não tem um site e você manja de informática? Eis sua deixa!

Outras ideias


Há vários outros tipos de trabalho casual e informal. Tem muito viajante que descolaempregos temporários em bares, restaurantes e clubes, como barman, garçom ou ajudante de cozinha. São trabalhos que requerem pouca experiência e você pode ficar por pouco tempo e não comprometer seu itinerário de viagens. Fique de olho em cartazes e anúncios, ou pergunte nos lugares que você achar interessante. Com estes trabalhos, é provável que você vá receber o pagamento mínimo para a área.
Você também pode ganhar dinheiro sendo um conselheiro ou líder recreacional em um acampamento de verão. Muitos locais procuram equipes internacionais para educar seus campistas sobre várias culturas do mundo. Como conselheiro, você normalmente irá viver e comer no acampamento, o que renderá uma boa economia. De acordo comSimplyHired.coma média mensal de salário como conselheiro de acampamentos de verão nos EUA é de R$ 2,3 mil.
Outro trabalho que pode ajudar a financiar as suas viagens são escrita e fotografia freelance, que você pode praticar em qualquer lugar, desde que você tenha uma conexão de internet. Quanto à remuneração, vai depender muito de seus contatos, da quantidade/qualidade do trabalho e de sua experiência anterior.

Sites úteis para encontrar trabalho no exterior

Eis alguns sites que você pode usar para achar  empregos que unam trabalho e viagem. Vários desses sites também dão informações sobre programas de estudo e trabalho no exterior.
Indeed.com – permite ao usuário digitar palavras-chave e localização, buscando através de uma ampla variedade de sites de emprego em todo o mundo.
EscapeArtist.com – site de trabalho internacional que inclui oportunidades em todos os continentes, com opção de alertas por e-mail.
GoAbroad.com – informações sobre trabalho, estudo, estágio e trabalho voluntário.
BUNAC.org – voltado para jovens, com oportunidades de trabalhos de curto prazo em países como Austrália, Grã-Bretanha, Canadá, China, Nova Zelândia, África do Sul e EUA.
Contiki – empresa focada no turismo adolescente, com vagas na Austrália e Europa.
Cruise Ship Job  e Cruise Services – sites de recrutamento de empregos em navios e cruzeiros.
Great Camp Jobs e CCUSA – concentra informações sobre seleção para trablhar em summer camps nos EUA e Canadá.

quarta-feira, abril 10, 2013

Hostels ou albergues



    A maioria dos hostels tem quartos coletivos, que podem ser unissex ou mistos, além de individuais ou duplos, ideais para casais ou para viajantes que buscam mais privacidade. O banheiro pode ser compartilhado com outros dormitórios, mas também há dormitórios com suítes.
     Vantagens
- A localização geralmente é estratégica, próxima a estações de metrô e atrações turísticas;
- Áreas comuns como sala, restaurante, bar e pátio favorecem a integração com hóspedes do mundo inteiro. Alguns estabelecimentos promovem festas e jantares exclusivos para os hóspedes;
- Alguns hostels oferecem serviços extras como lavanderia, aluguel de bicicleta, compra de passagens e reserva de passeios a preços acessíveis;
- Os funcionários costumam ser simpáticos e dão informações sobre passeios turísticos, bares e restaurantes na região;
- Na recepção há mapas e folhetos turísticos à disposição dos hóspedes, além de guias para consulta;
- Os chamados hostels design investem na decoração e em áreas de lazer como piscina, sauna, salas de jogos e até pista de dança;
- Há hostels exclusivos para mulheres, ideais para quem viaja sozinha;
- Em alguns albergues, a cozinha é coletiva e os hóspedes podem economizar ao preparar suas próprias refeições.
      Fique de olho
- Se você viaja bastante ou ficará muito tempo hospedado, vale a pena se tornar membro de associações de hostels, o que garante descontos nas diárias;
- Verifique se o café da manhã, a roupa de cama e de banho estão incluídos na diária. Caso contrário, leve na bagagem ou pergunte se esses itens são alugados na recepção;
- A maioria dos albergues possui armários, os chamados lockers. Confirme se oferecem cadeado, se é preciso levar o seu ou mesmo comprar na recepção;
- Fique atento a seus pertences. Se o hostel não tiver locker, mantenha sempre a sua mala ou mochila trancadas, e não vacile com itens de valor e documentos importantes;
- Informe-se sobre os horários de check-in e check-out do estabelecimento. Os albergues costumam ter alta rotatividade e, portanto, pode ser que os horários de entrada e saída do quarto sejam diferentes dos de um hotel;
- Descubra se a recepção fica aberta 24 horas. Caso contrário, programe-se para voltar mais cedo para o albergue;
- Ao entrar e sair do quarto compartilhado durante a madrugada procure não fazer muito barulho, pois outros hóspedes podem já estar dormindo. É importante ler e seguir o código de conduta do estabelecimento.
Sites
Hosteling International                                                  

segunda-feira, março 18, 2013

Melhores albergues de São Paulo

    Todo Mochileiro e pessoas que gostam de viajar com baixo custo ( inclusive gostam de conhecer novas pessoas de diferentes países em um só lugar), optam se hospedar nos famosos Hostels conhecido como Albergue. No mundo inteiro você consegue se hospedar por menos de 40 dólares a diária, lugares mais comuns que turistas e jovens escolhem é na Europa.
    Um estudo realizado neste ano pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicou que os albergues turísticos (hostels) representam apenas 1,9% da rede hoteleira no Brasil. O número ainda é pequeno, mas não para de crescer – cada vez mais as grandes cidades recebem estas hospedagens mais simples e bem mais baratas, o que agrada principalmente aos turistas mais jovens.
    O básico está lá: cama arrumada, banheiro limpo e café da manhã incluso. O que conquista são os extras: além de oferecer um valor que cabe fácil no bolso, é uma ótima oportunidade para fazer novos amigos e conhecer outras culturas.
   Se você anda pensando em passar uns dias em São Paulo, fica a dica de 17 albergues indicados pelo Guia Quatro Rodas.
  Lembre-se> o preço varia de acordo com o numero de hospedes no mesmo quarto, caindo ate por 75% mais barato.

Diárias: a partir de R$ 45
Localizado a 2 quadras da Praça Benedito Calixto, o diferencial do albergue é a arte e o design – algumas áreas do hostel são decoradas com pinturas e grafites de hóspedes e também há um hall com fotos ampliadas das principais atrações do bairro junto com instalações de arte inspiradas no dia a dia dos mochileiros. Tudo isto convivendo em harmonia com os móveis rústicos. Também há uma área externa com mesa de sinuca onde o jazz rola solto. Wi-fi, armários individuais, cozinha e pão de queijo até o meio-dia são outros serviços e facilidades do local.
Onde: R. Francisco Leitão, 686 (V. Madalena); tel: (11) 3034-4104 (vilamadalenahostel.com.br)



Diárias: a partir de R$ 35
Focado mais nos turistas estrangeiros – o site é somente em inglês –, o Ô de Casa Hostel tem mapas, guias turísticos e tours pela cidade, além de oferecer operações de câmbio e o brasileiríssimo churrasco. O albergue também conta com games, violões, bar, drinks, DVD’s, Wi-Fi, biblioteca, happy hour e shows ao vivo. O diferencial é o clima de casa de praia, com muitas plantas, espreguiçadeiras e ducha. Na sala de estar, uma prateleira está sendo construída junto com a história da casa: pessoas passam e deixam livros, objetos e enfeites de todo o mundo. Fica a 13 minutos a pé do metrô Faria Lima.
Onde: R. Inácio Pereira da Rocha, 385 (V. Madalena); tel: (11) 3063-5216 (odecasahostel.com)


Diárias: a partir de R$ 35
O Gol Backpackers está na região da Avenida Paulista, bem perto do metrô Trianon-Masp, e é uma boa escolha para quem gosta de futebol. A decoração escolhida tem a temática da paixão nacional: camisas, cachecóis, bandeiras e recortes de jornais contam a história da seleção nas Copas do Mundo e dos principais times. Colchas e travesseiros carregam emblemas do São Paulo, do Corinthians, do Santos e do Palmeiras em quatro quartos compartilhados, todos com varanda, que suportam até 30 hóspedes. Além disto, o local oferece Wi-Fi, cozinha comum, área de convivência, lavanderia e bar exclusivo.
Onde: R.São Carlos do Pinhal, 461 (Bela Vista); tel: (11) 2528-2564 (golbackpackers.com)


Diárias: a partir de R$ 35
Também localizado na Vila Madalena, o Casa Clube Hostel oferece café da manhã (até às 11h), Wi-Fi, Internet, toalha, roupas de cama e mapas da cidade. Além disto, há shows ao vivo de quarta-feira a domingo, TV a cabo, DVD, armários, sebo de livros, cozinha e acesso VIP a alguns bares e casas noturnas. Foi planejado para acomodar até 36 pessoas.
Onde: R. Mourato Coelho, 973 (V. Madalena); tel: (11) 3798-0051 (casaclub.com.br)



Diárias: a partir de R$ 32
Próximo ao metrô Ana Rosa, o Olah Hostel oferece café da manhã, Wi-Fi, sala com TV a cabo, jogos, cartas, tabuleiro de xadrez, etc, DVD’s, lavanderia, pequena biblioteca, serviços de reservas de voos e demais transportes e guias/mapas turísticos.
Onde: R. Alceu Wamosy, 40 (V. Mariana); tel: (11) 5081-5487 (olahostel.com)



Diárias: a partir de R$ 39
Localizado nos Jardins, o hostel fica pertinho das badaladas R. Oscar Freire e Avenida Paulista. Oferece café da manhã, área social, cozinha, Wi-fi, sala de TV, sala de jogos e bar. São 100 vagas distribuídas em quartos compartilhados ou privativos.
Onde: Av. Rebouças, 990 (Jd. Paulista); tel: (11) 2366-1517 (okupe.net)


Diárias: a partir de R$ 32
Administrado por holandeses, o 3 Dogs Hostel está localizado na Vila Mariana, mais precisamente a 3 minutos do metrô Ana Rosa. Como a região é famosa por seus bares, baladas e restaurantes, a localização é privilegiada e recebe mochileiros de diversos países. O albergue oferece gratuitamente café da manhã, roupa de cama, limpeza, Wi-Fi, TV a cabo, cozinha equipada e equipe trilíngue disponível 24h. Também possui área social com redes e sofás e quartos compartilhados com armários e lockers.
Onde: R. Cel. Artur Godói, 51 (V. Mariana); tel: (11) 2359-8222 (3dogshostel.com.br)

10 outros Alguergues em SP

R. Pageú, 266 (V. Mariana); (11) 5071-5148 (spalbergue.com.br)
R. Eça de Queiroz, 560 (Paraíso); (11) 2308-7401 (globalhostel.com.br)
R. Vergueiro, 434 (Liberdade); (11) 3399-3084 (hostelvergueiro.com)
R. 13 de Maio, 1552 (Bela Vista); (11) 2935-5463 (limetimehostels.com)
R. Manuel de Paiva, 147 (V. Mariana); (11) 2364-8466 (ocahostel.com.br)
R. Sud Mennucci, 159; (11) 2638-5196 (okupe.net)
R. dos Franceses, 100 (Bela Vista); (11) 3288-1592 (pousadadosfranceses.com.br)
R. Veríssimo Glória, 86 (Sumaré); (11) 3862-5792 (sacihostel.com)
R. Girassol, 519 (V. Madalena); (11) 3031-6779 (hostelsampa.com.br)
R. Barão de Campinas, 94 (Centro); (11) 3333-0844 (hostelsp.com.br)