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sábado, outubro 25, 2014

Como guardar dinheiro para viajar


Na correria do dia a dia fica fácil esquecer da viagem que queremos fazer e gastar nosso dinheiro com outras coisas. Eu não sou do tipo que deixa de curtir a rotina para viajar, afinal a vida “normal” também é importante para a nossa felicidade. Mas como sempre tive as viagens como prioridade, adquiri alguns hábitos importantes para economizar e guardar dinheiro para viajar. São hábitos tão naturais na minha vida que nem sofro para cumpri-los. Um pequena mudança aqui, outra ali e quando você percebe já está economizando bastante.
É claro que podemos ter estilos de vida diferente, salários diferentes, prioridades diferentes. Mas espero que com a minha lista de economias você consiga se inspirar e criar seus próprios hábitos e mudanças, avaliando o que melhor ao seu estilo de vida.
Como Economizar:
Transporte. Eu não tenho carro. Como apenas estudo ou trabalho em casa, não vejo motivo para comprar um carro. Consigo me virar  apenas usando o transporte público. A verdade é que eu sou uma grande sabotadora de carros no Brasil. São caros, há muitos e o trânsito é um saco. Portanto vi que não valia a pena de jeito nenhum.
Celular. Como não sou muito visurada por tecnologia, mantenho o meu celular desde há 3 anos atras, e o velho dilema, só pago quando realmente vou usar: pré-pago (e não é um iPhone pois nunca tive coragem de pagar o preço). Então eu posso dizer que praticamente não tenho nenhum gasto com telefone.
Roupas e acessórios. Esse ano eu tomei um decisão importante: não iria comprar nenhuma roupa ou sapato. Eu tenho muitas roupas que nem uso e algumas até com etiquetas! Portanto não há necessidade de comprar mais. E, além disso, estou fazendo uma limpa no armário para vender e doar algumas roupas em brechós e sites de roupas usadas porque elas são novas e sem utilidade pra mim.
Manicure. Eu adquiri o hábito de fazer as unhas sozinha no tempo que morei nos EUA, pois lá as manicures são ruins e caras. E até hoje eu utilizo essa técnica aqui no Brasil. Portanto, raramente gasto com manicure (digo, nunca!).
Comida. Eu não sou do tipo que passo fome ou vontade para poder viajar. Eu gosto de experimentar novas comidas e restaurantes e também de jantar com as minhas amigas. No entanto, eu não faço isso o tempo todo. Tento equilibrar entre cozinhar em casa e sair para jantar de vez em quando.  Como não gosto de jogar comida no lixo, uso o mesmo ingrediente para a semana toda.
Balada. Eu não sou muito baladeira. Prefiro ir a shows, exposições, filmes e ocasiões especiais com as amigos. Portanto não tenho um grande gasto com balada. Ainda bem. Porque aqui em São Paulo não é difícil você ir a uma festa onde paga R$150 só para entrar. Ai, dói meu bolso só de pensar…
Faxina em casa. Quando morei sozinha em outra cidade, mesmo com a correria do dia a dia, optei por eu mesma fazer uma faxina mensal. Pode não parecer, mas durante 12 meses  de faxineira é equivalente ida e volta de passagem de avião para New York, por exemplo.
Não comprar o que eu não preciso. Meu dinheirinho é muito valioso e não comprar o que eu não preciso é um hábito muito natural na minha vida. Sou daquelas que anda pelo shopping sem sofrer e saio de lá sem nada, numa boa.

Como guardar o que se ganha:

No momento estou planejando uma grande viagem. Portanto, defini através de pesquisas que fiz, o quanto eu devo ter de dinheiro para fazer essa viagem na data planejada. Sendo assim, todos os meses eu tenho a obrigação comigo mesma de transferir uma quantia x para a poupança para atingir o valor total. Também tenho o hábito de transferir qualquer dinheiro extra para a poupança (freelas, 13o salário, bônus, etc). Como disse, viajar é minha prioridade de vida (atualmente) e todo meu dinheiro é direcionado a isso.
E esse é o meu conselho para tornar uma viagem possível:
1. Defina para onde e quando você quer ir.
2. Pesquise preços e avalie o quanto você gastaria para essa viagem (passagens + hotéis + gastos na viagem)
3. Faça o cálculo de quanto você deve guardar mensalmente para atingir a data possível/desejada para viajar.
Acredite, quando você define valores e datas, a viagem se torna real e possível. A partir daí é só conseguir guardar aquele dinheirinho.
E você? Tem alguma técnica especial para economizar dinheiro para viajar?

segunda-feira, agosto 11, 2014

Como viajar sem grana


Colocar uma mochila nas costas e cair na estrada em busca de caronas que o levem para os lugares mais incríveis é uma maneira de viajar de graça. Mas não é a única. A tecnologia possibilitou outras formas de conhecer o mundo sem gastar dinheiro — ou, ao menos, desembolsando muito pouco.
Hoje já é possível encontrar hospedagem gratuita pela internet ou até pedir um financiamento coletivo para a sua viagem. Há, ainda, a opção de se engajar em uma causa social ou usufruir de milhas aéreas acumuladas. Conheça abaixo algumas dessas alternativas, veja qual tem mais a ver com o seu perfil (talvez você una mais de uma delas) e programe as suas próximas férias.

Trocar de casa
Alguns sites reúnem pessoas dispostas a ceder a casa e que, literalmente, trocam seus endereços por um tempo. O intercâmbio pode ser simultâneo ou não. Ou seja, você pode ocupar a casa do hóspede enquanto ele se muda para a sua. Mas também é possível ceder a estadia e obter um crédito para uma futura hospedagem na casa do seu atual convidado, num período acordado com ele.

O Home Exchange é o site mais famoso do ramo, disponibiliza mais de 50 mil casas, em 150 países, e possui versão em português: o Troca Casa (www.trocacasa.com). Para se cadastrar, é preciso pagar uma anuidade de US$ 9,95 e detalhar as características da sua residência, com fotos, inclusive. Caso você não realize nenhuma troca no primeiro ano, o site oferece mais um ano gratuitamente.
Em 2013, a Universidade de Bergamo, na Itália, realizou um estudo com sete mil membros da rede de troca de casas e apontou que 93% deles ficaram satisfeitos com a experiência e 75% qualificaram como confiável a pessoa com quem trocaram de endereço. Desses entrevistados, a metade tem família e filhos.

Couchsurfing
A prática, que pode ser traduzida, ao pé da letra, como “surfar no sofá”, implica em hospedar-se gratuitamente na casa de moradores de um determinado local. O sofá não é necessariamente o que eles têm a oferecer, muitos disponibilizam camas, colchões e até quartos privativos para os visitantes.

O site mais conhecido de adeptos dessa prática é o www.couchsurfing.org. Para utilizá-lo, basta entrar no endereço eletrônico, criar um perfil online e começar a busca de uma acomodação. Fica mais fácil escolher um lugar bacana ao olhar as recomendações já feitas por outros “coachsurfers” que passaram pelo destino.
“O mais legal do couchsurfing é conviver com pessoas locais, que vão ajudar você a conhecer os lugares que só os moradores da cidade frequentam. A imersão na cultura é muito mais intensa, não se compara a de um turista que vai, fica em um hotel e visita só os pontos turísticos”, diz o mochileiro e fotógrafo Leonardo Maceira, que há cinco meses tem viajado pelo Brasil sem dinheiro na carteira, registrando suas aventuras em sua página do Facebook (https://www.facebook.com/OsLugaresdeCadaUm).
Vale saber que o anfitrião tem todo o direito de não aceitar um pedido de hospedagem feito via couchsurfing. Por isso, é bom sempre ter mais de um “sofá” como opção, antes de programar a sua viagem.

Trocar trabalho por comida e hospedagem
Você pode ter acomodação e refeições gratuitas em outro país se estiver disposto a ceder algumas horas do seu dia para trabalhar em um negócio, que pode ser uma fazenda, uma casa de família, um rancho, alojamento ou albergue. Existem muitos estabelecimentos ao redor do mundo que oferecem, além de comida e um local para dormir, acesso gratuito à internet e a oportunidade de conviver com a comunidade local. Tudo em troca de uma ajuda.

O site HelpX (http://www.helpx.net/) reúne muitos locais ao redor do mundo que aceitam essa prática. Quem recebe os voluntários geralmente exige um compromisso. Na média, são necessárias quatro horas diárias de trabalho para usufruir desses benefícios, mas pode haver variações.
Como regra geral, ao ajudar mais, você tem mais regalias. Por exemplo: quem prefere trabalhar por duas horas diárias talvez só consiga um local para dormir, enquanto quem se coloca à disposição por seis horas diárias poderá ter, além das refeições, um quarto privativo. Muitas das oportunidades são em áreas rurais, por isso, têm mais chances aqueles que incluem no perfil habilidades como saber mexer com plantas e colher frutas, cuidar de animais e andar a cavalo.

Ser voluntário de causas sociais
Essa é uma forma de viajar a custo baixíssimo – geralmente se paga a passagem aérea e o seguro saúde – mas só serve para aquelas pessoas que não querem apenas carimbar o passaporte, mas que estão interessadas em se envolver em grandes projetos humanitários.

“É para quem tem vontade de conhecer o mundo não somente para aprender um idioma e, sim, para desenvolver responsabilidade social”, diz Moira Helena, diretora de intercâmbios sociais para estudantes da Aiesec no Brasil, organização estudantil sem fins lucrativos que, em 2013, levou 1.600 brasileiros para trabalharem como voluntários em outros países.
Para embarcar nos intercâmbios oferecidos pela organização é preciso ter entre 18 e 30 anos e inglês no nível intermediário. Colômbia, Argentina, Índia, Romênia, Hungria, Turquia e Egito são alguns dos países que entram nos programas, com duração de seis a doze semanas. Ao chegar no destino, os voluntários geralmente dão apoio a uma ONG local em áreas diversas, como financeira e comunicação. Em alguns casos, os jovens também podem ser treinados para atuarem como professores temporários de escolas locais.

Viajar com milhas
É verdade que acumular milhas aéreas custa, porque você precisa gastar para obter esse benefício. No entanto, se consegue isso adquirindo itens que iria comprar de qualquer maneira, essa é, sim, uma grande vantagem. Opções de programas de fidelidade não faltam, basta escolher aquele que oferece os melhores benefícios. Uma dica é optar por um programa que possua voos para os destinos que pretende visitar. Assim, é mais fácil se fidelizar. Caso contrário, você terá pontos espalhados por diversos programas, que dificilmente o levarão aonde quer chegar. Outra recomendação é escolher um cartão de crédito que ofereça uma boa troca do valor gasto por pontos e concentrar as compras nele. Por fim, é importante considerar a validade dos pontos e se planejar para conseguir acumular uma boa milhagem antes de ter de resgatar.


Pedir doações em sites
O crowdfunding é uma iniciativa de financiamento coletivo, uma maneira de captar recursos por meio de doações em dinheiro para um projeto específico. A ação já foi utilizada para viabilizar os mais diversos planos e agora também está disponível para quem quer ter sua viagem financiada.

O Trevolta (http://www.trevolta.com/) oferece a oportunidade de você montar o roteiro da sua viagem e, após precisar a quantia de dinheiro necessária para realizá-la, pedir contribuições.
Mas é claro que não é qualquer viagem que consegue patrocinadores. Para um crowdfunding de viagem ser bem-sucedido, é preciso ter diferencial. O “New York to Patagonia… By Ambulance!” (De Nova York à Patagônia… Em uma ambulância), por exemplo, conseguiu levantar US$ 8 mil dos US$ 10 mil pedidos. A proposta era viajar em uma ambulância da Big Apple até a América Latina e, ao fim da rota, doar o veículo para uma organização que presta atendimento de saúde para as comunidades carentes da Colômbia.
Ideias muito boas podem até ser patrocinadas por empresas. Outra opção para viabilizar o seu sonho é oferecer recompensa para os doadores, como cartões-postais do destino, fotografias e lembrancinhas locais.

Jacqueline Moraes

domingo, junho 22, 2014

Download gratuito de livros


Quer ler mais sem "sentir dor no bolso"? Separei sites incríveis que disponibilizam obras para download gratuito. Baixe e-books de forma legal, economize e viaje para lugares incríveis na frente do computador (ou do tablet, ou do reader):

1. Open Library - o site (que quer catalogar todos os livros do mundo) possui mais de um milhão de obras para download gratuito, em diversas línguas. Entre os livros em português, encontramos contos e romances de Monteiro Lobato, José de Alencar e Machado de Assis, por exemplo. Se você sabe ler em inglês, as opções são inúmeras.
2. Portal Domínio Público - lista obras em diversas línguas (incluindo 2 mil livros em português) que já estão em domínio público. É possível ler "A Divina Comédia", de Dante, por exemplo.
3. Projeto Gutemberg - mais de 100 mil livros em diversas línguas. Podem ser baixados em vários formatos.
4. eBooks Brasil - o site tem uma cara antiga e navegação pouco intuitiva, mas seu acervo funciona perfeitamente. Basta navegar pelo formato desejado de eBook pelos links logo abaixo da logomarca e buscar o que você deseja ler.
5. Obras raras da USP - o site reúne imagens de edições incríveis. O acervo ainda é pequeno (não mais que 30 livros) - mas só a chance de explorar essa edição impressionante de Dom Quixote vale a visita.
6. Wikisource - a "biblioteca" da Wikipedia reúne livros que estão sob domínio público ou sob a licença "Creative Commons".  Na versão lusófona, temos mais de 27 mil textos disponíveis, divididos em categorias como períodos literários, países de origem e anos em que foram escritos.
7. História da África - para quem gosta de história, a unesco disponibiliza uma coleção de volumes internacionais.

Jacqueline Moraes

sexta-feira, junho 06, 2014

Como dar volta ao mundo


Quem disse que para viajar é necessário gastar muito dinheiro? Fico fascinada quando escuto histórias de pessoas que, simplesmente colocaram a mochila nas costas e foi por aí. Conheço aqueles que inclusive não voltaram mais. Admiro aqueles que  comem com as mãos, sabem o dia grátis de museus e teatros, dividem seu conhecimento sem nada em troca. O maior investimento, não é comprar o carro do ano ou o último lançamento do Iphone 99. Investimento, é conhecer pessoas, culturas, admirar cada tribo, sentir na pele as dificuldades, o frio, o calor, a chuva ou a solidão. É viver a cada dia uma experiência nova, é conhecer si próprio. E pode ter certeza, você só saberá disso quando sair da sua zona de conforto. Quando desapegar de coisas que é motivo de guerra em sua casa, em sua vida, no mundo. Não pense no que as pessoas vão dizer, não tenha preconceito, não se limite, seja humilde.  Se arrisque, siga o seu coração. E pra você, qual o sentido da vida?

 Oneworld é uma companhia de viagem para Mochileiros. Com apenas $3.500 é possível fazer uma viagem ao redor do Mundo. Parece incrível, né?
Se você não tem medo de arriscar, e de ir em busca de seus sonhos. Confira: OneWorld

Rafael Sette Câmara, Jornalista, brasileiro e mochileiro. Deixou para trás amigos e família para viajar ao redor do mundo por 10 meses. " A vida é imprevisível. Você pode tremer de medo de viajar de avião, mas sangrar até a morte depois de uma queda no banheiro", confessa o Aventureiro.
 Mas como começar? Qual destino escolher?. No site papodehomem, Rafa fala um pouco de sua viagem e ainda revela algumas dicas.
Volta ao Mundo - Cique Aqui
Como escolher destinos de viagem - Clique Aqui!

Jacqueline Moraes

sábado, março 08, 2014

Conheça o WWOOF


Quer conhecer o mundo mas só pode pagar pela passagem?
Que tal se hospedar gratuitamente por todo o mundo, ter três refeições diárias em troca de trabalhar meio período em contato com a natureza?  O WWOOF proporciona isso.
A  World Wide Opportunities on Organic Farms  (WWOOF) (Rede mundial de oportunidades em Fazendas Orgânicas) começou na Inglaterra nos anos 70, organizando visitas de pessoas com interesse de trabalhar como voluntários em propriedades orgânicas, neste tipo de propriedade rural, são usadas técnicas de cultivo sem agrotóxicos e a biodiversidade da fauna e da flora são preservadas, bem como a culinária e o artesanato tradicional. Em troca do  trabalho, as propriedades oferecem hospedagem e alimentos aos visitantes durante sua estadia. Hoje, WWOOF é uma organização mundial, com mais de 50 países envolvidos e milhares de viajantes e propriedades afiliadas.
 
 
Não só os voluntários saem ganhando com a rede WWOOF. Para Adrian Saegesser, proprietário de uma pousada, a troca de experiência é mútua e, devido ao longo tempo da estadia – geralmente de um a dois meses –, precisa ser rentável para todos. Pensando na sustentabilidade da chácara de de três equitares, com predomínio de mata nativa, Saegesser optou pela diversidade na fonte de renda.
A pousada tem produção própria de geleias orgânicas e oferece reservas para servir o almoço rural vegetariano. A fazenda já recebeu wwofers norte-americanos, australianos, ingleses, alemães, franceses, espanhóis, holandeses, belgas, canadenses, chilenos, bolivianos e hondurenhos. “O mundo vem para cá, portanto, eu não preciso ir para o mundo”, relata Saegesser.

 
 
Assim sendo, cada vez mais viajantes buscam – e encontram – no turismo orgânico a essência de uma vida regada a novas culturas e experiências.
Proprietária junto com o marido de uma fazenda orgânica de médio porte que se encontra na Toscana, Heloisa Barbati começou este ano a fazer parte do WOOF e, a partir de outubro, começarão a receber os primeiros voluntários na colheita de oliveiras.
 
 
Salienta ainda que, a primeira coisa que se lê no site do WWOOF da Itália é que tal trabalho não é sinônimo de férias econômicas, e sim, de uma troca que constitui em aprendizado para ambos, tanto do ponto de vista do trabalho e de experiências, como do ponto de vista cultural. Trabalhar no campo pode ser algo pesado, quer requer uma grande energia, mas que proporciona um contato com a natureza único. Sem falar da grande oportunidade de viver em estreito contato com uma outra cultura.
O casal do blog Green Brick Road  está viajando pelo mundo  participando do  WWOOF no site deles eles  mostram um pouco de cada uma das fazendas e contam como foi a experiência.
Nosso cunhando o querido Tio Léo, fez 6 meses de wwoofing em Portugal, confira os relatos carinhosamente escritos por ele no Blog: http://bobleoo.files.wordpress.com/


 
Se você gostou da ideia  pode   inscrever-se  como membro, afinal, viajar o mundo já não é mais tão difícil: 

segunda-feira, outubro 14, 2013

Como viajar o mundo de graça.



Viajar pelo mundo, visitando lugares incríveis pode parecer impossível para nós pobres mortais... Mas agora não é mais.
Estou aqui hoje com a luz no fim do túnel para quem tem o sonho de viajar o mundo, mais nunca segue adiante devido ao quesito “grana”,
Confira agora, 10 dicas para viajar o mundo de graça.  (eu falei de graça)
Pode até ser assustador aventurar-se no mundo com nada mais do que otimismo e boa vontade, mas a liberdade pessoal começa com um salto de fé. Se não tiver grana tudo bem , mais sem grana e sem fé não dá...
Preste muita atenção nas dicas a seguir, agarra na fé  e bora fazer as malas, ou melhor, mochila.



1. Abrace a simples alegria de viajar
Viajar te liberta da rotina diária. Você vai explorar novos lugares, conhecer pessoas novas, experimentar novas comidas e aprender coisas sobre o mundo que você nunca imaginou que fosse possível.
Mas pra isso vc deve deixar de lado preconceitos, medos e “frescuras”.
Ande pelas ruas de uma cidade, converse com um local, suba até o topo de uma colina e observar o pôr do sol sobre o oceano. Disfrute da alegria de porder planejar a sua viagem da maneira que desejar, sem saber o que vira depois. Você não comprou um pacote de viagem com começo meio e fim... a regra é não ter regras...


2. Mantenha suas necessidades ao mínimo
Temos a mania de pensar que necessitamos comprar novos bens o tempo todo, desde as coisas mais simples como creme corporal, um relógio de marca e por aí vai. Se for viajar o mundo neste esquema, esqueça a palavra “Comprar”
Você vai precisar de ar fresco, alimentação saudável, água limpa, e um lugar seguro para dormir.
Todas estas coisas são simples de se obter e a maioria deles são gratuitos.
Comida e abrigo são muito mais baratos quando não se tem “frescura”. Claro que vc não vai comer o churrasquinho de cachorro da barraquinha do seu Miagui na China e morrer de indigestão. Mas quando se come de tudo, é possível optar para o que esta mais em conta no dia.
Mas se a grana acabou?  Não tem problema, as próximas dicas te mostram como obter alimento de graça.


 3. Vá devagar
Desde que você acredita que tempo é dinheiro, você vai gastar dinheiro o tempo todo.
Tempo não é dinheiro, e pra viajar o mundo de graça você tem que ter todo o tempo do mundo.
Em vez de comprar um bilhete de avião, pegue uma carona. Pode parecer perigoso, mais muita gente esta habituada a dar caronas por aí, especialmente na Europa e EUA.  Ou simplesmente pegue sua moto e vá embora.
Lembre-se, quanto mais devagar você viaja, menos dinheiro você vai gastar.


 
4. Deixe suas posses e obsessões pra traz.
Quando você viaja você não precisa pagar aluguel. Você não precisa de um carro. Você não precisa de um forno, máquina de lavar, TV a cabo, academia, um sofá aveludado ou um armário cheio de roupas. Lembre-se, você não precisa se preocupar em pagar as contas, porque não há contas a pagar. Por isso, planeje-se com antecedência, venda tudo que te gere contas e cai na estrada. Você é livre.
 
5. Confie nas pessoas e você receberá comida e hospedagem de graça.
Muitas pessoas estão dispostas a abrir sua casa para os viajantes, isso mesmo, de graça e sem nada em troca... 
CouchSurfing e WWOOF são dois sites fenomenais que ajudam os viajantes a se conectar com moradores locais. Membros do CouchSurfing estão dispostos a proporcionar aos viajantes um lugar para dormir/hospedar-se sem custos. WWOOF conecta viajantes com os agricultores orgânicos que querem trocar alojamento e alimentação por uma mão extra.
Membros do CouchSurfing e WWOOF estão apenas buscando uma alternativa de alto impacto para acabar com a cultura de alto consumo. O que faz deles pessoas extremamente interessantes e amigáveis.




6. Aprenda uma atividade útil.
Se você tem uma habilidade, como cozinhar, fazer massagem, habilidade musical ou de carpintaria básica, você pode trocar por comida e alojamento.
Quanto mais devagar você viaja, mais fácil será fazer um acordo mutuamente benéfico com uma comunidade local ou  um “host” (pessoas que abriga viajantes).
Habilidades universalmente apreciadas como cozinhar são os melhores, se você fala inglês você pode viajar o mundo ensinando a língua em cada destino que visitar.



7. Saia da Cidade
As cidades são construídas com dinheiro, e necessidades, como ar puro, água limpa e um lugar seguro para dormir são difíceis de encontrar nas cidades grandes.
Vá para lugares, onde as pessoas são mais tranquilas, o alimento é abundante e há espaço suficiente para um viajante colocar seu saco de dormir sob o céu estrelado.



8. Encontre um trabalho que te faça viajar.
Se você precisa de uma renda, há milhões de empregos disponíveis que te fazem viajar o mundo.
Claro, alguns trabalhos são mais fáceis de amar do que outros, há muitos trabalhos que te fazem ralar sem ter tempo pra nada, portanto, escolha bem evite trabalho antiético, se possível.


9. Abrace as oportunidades.
Viajar o mundo de graça exige uma mistura de planejamento prévio e a vontade de aproveitar as oportunidades que aparecem.
Um amigo no CouchSurfing querendo companhia para dirigir de uma ponta a outra em algum lugar no mundo, alguém em uma fazenda orgânica na Tailândia precisando de alguém para cuidar da terra na estação da chuva...  Ou algum de seus amigos também está com aquela vontade louca de jogar tudo pro alto e viajar o mundo por um ano, mais esta esperando aquele empurrãozinho que vc poderia dar.  
Como Kurt Vonnegut escreveu, “Peculiar travel suggestions are dancing lessons from God.”




10. DANCE
O melhor da vida é dançar... Dançar em terras desconhecidas, com pessoas estranhas, aventurar-se em uma história sem começo, meio e fim, onde o dono do seu destino é VOCÊ mesmo...
Vai ficar a vida inteira imaginando como teria sido viajar o mundo deixando tudo pra traz. Como teria sido conhecer pessoas e lugares inesquecíveis do outro lado do mundo e ter histórias para contar por toda a sua vida??


Come on - Lets dance!!!

sábado, julho 27, 2013

Dicas para economizar na viagem


Quem viaja contando os centavos acaba não aproveitando tudo o que o roteiro tem a oferecer, mas economizar com algumas coisas desnecessárias é sempre bom. Nesta semana, o caderno de turismo do The New York Times publicou uma lista com 11 dicas para você diminuir os custos de sua viagem sem perder a diversão ou deixar de fazer o que queria.

Veja abaixo as dicas que achei mais interessantes e leia o texto completo no NYT:
5. EVITE O ROAMING E O INTERURBANO – Com as facilidades trazidas pelo Skype e a conexão Wi-Fi na maioria dos hotéis, não faz mais sentido gastar com o interurbano durante a viagem. Faça suas ligações diretamente no computador ou no smartphone e fuja das taxas absurdas cobradas pelas ligações nos hotéis.
8. ESPERE UMA SEMANA – Evite as multidões e economize muito ao viajar uma semana após feriados importantes. Os preços nas diárias de hotéis, assim como as passagens, caem muito após feriados prolongados. Se você puder, converse com o chefe e troque seu feriado por dias de folga na semana seguinte. Dá para economizar até metade do que gastaria normalmente.
9. NEGOCIE – Atualmente, estamos acostumados a planejar toda a viagem pela internet, inclusive reservando os hotéis pela web. Mas vale a pena fazer um telefonema ao hotel e tentar encontrar uma tarifa mais barata que no site. É possível economizar alguns dólares por noite, que ao final da viagem podem ser usados para fazer a festa nas compras.
Você tem alguma outra dica para economizar na hora de viajar? Deixe sua opinião nos comentários!

sábado, março 30, 2013

Viagem Barata



Atualmente, com as opções e promoções que o mercado de turismo vem oferecendo está cada vez mais fácil viajar. Sabendo que existem pacotes de viagens para todos os tipos de orçamentos, você já pode irniciar com a sua viagem começando com o pé direito é conseguir orçamentos de passagem barata, hotéis e a progração da viajem em promoção. Então, se você deseja viajar barato Brasil, confira as dicas a seguir:

Primeira Dica

Para você economizar dinheiro com as viagens são os pacotes turísticos, eles compensam mais do que se você pagar cada despesa individualmente. Além disso, os pacotes turísticos podem ser parcelados, facilitando a forma de pagamento para as viagens. Além disso, os pacotes facilitam a viagem, economizando o seu tempo, uma vez que você não vai precisar ficar preocupado em escolher o hotel ou o programa de lazer ou cultura que você deseja fazer.

Segunda Dica

Ainda falando de pacotes de viagem, centra-se em escolher um pacote que tenha poucos dias deviagem, pois uma semana pode ser tão inesquecível para quem viaja quanto um mês, ou seja, a qualidade da viagem não depende necessariamente do tempo em que você passa viajando. Lembrando que as viagens que usam o transporte aéreo são geralmente mais caras do que a locomoção é terrestre, mas há também sempre promoções de passagens aéreas é só ficar atento e saber aproveitar.

Terceira Dica

É aproveitar os pontos turísticos do seu próprio estado que você nunca tenha visitado, mas lembre-se de antes de viajar, fazer uma pesquisa para ver as melhores opções. Evitando assim gastar muito dinheiro com a viagem.

Quarta Dica

Indico a pesquisa nas promoções que as agências de viagem oferecem, tendo sempre o cuidado de se ater para todas as características da promoção. Além disso, quando você escolhe um lugar que não está em alta temporada você tem grande possibilidade de viajar barato Brasil.
Não importando o seu orçamento (lembrando que para fazer uma boa viagem não é necessário pagar muito caro), não deixe de aproveitar as belezas naturais e as cidades turísticas do Brasil. Pois, sempre é inesquecível, uma boa viagem.

segunda-feira, março 18, 2013

Melhores albergues de São Paulo

    Todo Mochileiro e pessoas que gostam de viajar com baixo custo ( inclusive gostam de conhecer novas pessoas de diferentes países em um só lugar), optam se hospedar nos famosos Hostels conhecido como Albergue. No mundo inteiro você consegue se hospedar por menos de 40 dólares a diária, lugares mais comuns que turistas e jovens escolhem é na Europa.
    Um estudo realizado neste ano pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicou que os albergues turísticos (hostels) representam apenas 1,9% da rede hoteleira no Brasil. O número ainda é pequeno, mas não para de crescer – cada vez mais as grandes cidades recebem estas hospedagens mais simples e bem mais baratas, o que agrada principalmente aos turistas mais jovens.
    O básico está lá: cama arrumada, banheiro limpo e café da manhã incluso. O que conquista são os extras: além de oferecer um valor que cabe fácil no bolso, é uma ótima oportunidade para fazer novos amigos e conhecer outras culturas.
   Se você anda pensando em passar uns dias em São Paulo, fica a dica de 17 albergues indicados pelo Guia Quatro Rodas.
  Lembre-se> o preço varia de acordo com o numero de hospedes no mesmo quarto, caindo ate por 75% mais barato.

Diárias: a partir de R$ 45
Localizado a 2 quadras da Praça Benedito Calixto, o diferencial do albergue é a arte e o design – algumas áreas do hostel são decoradas com pinturas e grafites de hóspedes e também há um hall com fotos ampliadas das principais atrações do bairro junto com instalações de arte inspiradas no dia a dia dos mochileiros. Tudo isto convivendo em harmonia com os móveis rústicos. Também há uma área externa com mesa de sinuca onde o jazz rola solto. Wi-fi, armários individuais, cozinha e pão de queijo até o meio-dia são outros serviços e facilidades do local.
Onde: R. Francisco Leitão, 686 (V. Madalena); tel: (11) 3034-4104 (vilamadalenahostel.com.br)



Diárias: a partir de R$ 35
Focado mais nos turistas estrangeiros – o site é somente em inglês –, o Ô de Casa Hostel tem mapas, guias turísticos e tours pela cidade, além de oferecer operações de câmbio e o brasileiríssimo churrasco. O albergue também conta com games, violões, bar, drinks, DVD’s, Wi-Fi, biblioteca, happy hour e shows ao vivo. O diferencial é o clima de casa de praia, com muitas plantas, espreguiçadeiras e ducha. Na sala de estar, uma prateleira está sendo construída junto com a história da casa: pessoas passam e deixam livros, objetos e enfeites de todo o mundo. Fica a 13 minutos a pé do metrô Faria Lima.
Onde: R. Inácio Pereira da Rocha, 385 (V. Madalena); tel: (11) 3063-5216 (odecasahostel.com)


Diárias: a partir de R$ 35
O Gol Backpackers está na região da Avenida Paulista, bem perto do metrô Trianon-Masp, e é uma boa escolha para quem gosta de futebol. A decoração escolhida tem a temática da paixão nacional: camisas, cachecóis, bandeiras e recortes de jornais contam a história da seleção nas Copas do Mundo e dos principais times. Colchas e travesseiros carregam emblemas do São Paulo, do Corinthians, do Santos e do Palmeiras em quatro quartos compartilhados, todos com varanda, que suportam até 30 hóspedes. Além disto, o local oferece Wi-Fi, cozinha comum, área de convivência, lavanderia e bar exclusivo.
Onde: R.São Carlos do Pinhal, 461 (Bela Vista); tel: (11) 2528-2564 (golbackpackers.com)


Diárias: a partir de R$ 35
Também localizado na Vila Madalena, o Casa Clube Hostel oferece café da manhã (até às 11h), Wi-Fi, Internet, toalha, roupas de cama e mapas da cidade. Além disto, há shows ao vivo de quarta-feira a domingo, TV a cabo, DVD, armários, sebo de livros, cozinha e acesso VIP a alguns bares e casas noturnas. Foi planejado para acomodar até 36 pessoas.
Onde: R. Mourato Coelho, 973 (V. Madalena); tel: (11) 3798-0051 (casaclub.com.br)



Diárias: a partir de R$ 32
Próximo ao metrô Ana Rosa, o Olah Hostel oferece café da manhã, Wi-Fi, sala com TV a cabo, jogos, cartas, tabuleiro de xadrez, etc, DVD’s, lavanderia, pequena biblioteca, serviços de reservas de voos e demais transportes e guias/mapas turísticos.
Onde: R. Alceu Wamosy, 40 (V. Mariana); tel: (11) 5081-5487 (olahostel.com)



Diárias: a partir de R$ 39
Localizado nos Jardins, o hostel fica pertinho das badaladas R. Oscar Freire e Avenida Paulista. Oferece café da manhã, área social, cozinha, Wi-fi, sala de TV, sala de jogos e bar. São 100 vagas distribuídas em quartos compartilhados ou privativos.
Onde: Av. Rebouças, 990 (Jd. Paulista); tel: (11) 2366-1517 (okupe.net)


Diárias: a partir de R$ 32
Administrado por holandeses, o 3 Dogs Hostel está localizado na Vila Mariana, mais precisamente a 3 minutos do metrô Ana Rosa. Como a região é famosa por seus bares, baladas e restaurantes, a localização é privilegiada e recebe mochileiros de diversos países. O albergue oferece gratuitamente café da manhã, roupa de cama, limpeza, Wi-Fi, TV a cabo, cozinha equipada e equipe trilíngue disponível 24h. Também possui área social com redes e sofás e quartos compartilhados com armários e lockers.
Onde: R. Cel. Artur Godói, 51 (V. Mariana); tel: (11) 2359-8222 (3dogshostel.com.br)

10 outros Alguergues em SP

R. Pageú, 266 (V. Mariana); (11) 5071-5148 (spalbergue.com.br)
R. Eça de Queiroz, 560 (Paraíso); (11) 2308-7401 (globalhostel.com.br)
R. Vergueiro, 434 (Liberdade); (11) 3399-3084 (hostelvergueiro.com)
R. 13 de Maio, 1552 (Bela Vista); (11) 2935-5463 (limetimehostels.com)
R. Manuel de Paiva, 147 (V. Mariana); (11) 2364-8466 (ocahostel.com.br)
R. Sud Mennucci, 159; (11) 2638-5196 (okupe.net)
R. dos Franceses, 100 (Bela Vista); (11) 3288-1592 (pousadadosfranceses.com.br)
R. Veríssimo Glória, 86 (Sumaré); (11) 3862-5792 (sacihostel.com)
R. Girassol, 519 (V. Madalena); (11) 3031-6779 (hostelsampa.com.br)
R. Barão de Campinas, 94 (Centro); (11) 3333-0844 (hostelsp.com.br)