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quinta-feira, maio 15, 2014

Sabotadores do seu Sucesso


O que são esses sabotadores? Bem, são pequenos vícios que você não se apercebe que faz, mas que destroem carreiras, relacionamentos, negócios, a felicidade, o bem-estar, impedem no fundo que seja bem sucedido naquilo a que se propõe. Pretendo esclarecê-lo acerca das características existentes nessas pessoas e suas atitudes sabotadoras. Se você se identificar com alguma dessas atitudes, não desespere, é sempre tempo de mudar.

FAZEM AS COISAS POR FAZER

São pessoas que estão recorrentemente preocupadas, agitadas e atarefadas, o que fazem é sempre de extrema importância. Elas são como aquele jogador de futebol que corre sem objetivo pelo campo, sem pensar que, se tivesse uma noção clara do que fazer, poderia esforçar-se menos e obter melhores resultados.

NÃO TERMINAM O QUE FAZEM

São pessoas que não completam o curso de inglês ou de música, o relatório que precisam preparar, a petição que tinha um prazo determinado, o projeto financeiro que deveriam entregar até ao final da semana, etc. Também pertencem a esse grupo os executivos que implementam com grande pompa e circunstância novos programas na empresa e não dão continuidade a eles. Iniciam tantas atividades ao mesmo tempo, todas com a mesma prioridade, que não têm fôlego para completar nenhuma delas.

ESTÃO SEMPRE COMEÇANDO ALGO

Como não completam os objetivos a que se propuseram, essas pessoas apegam-se à ilusão de que algo novo salvará as suas vidas: um novo projeto, um novo trabalho, um novo amor, um novo terapeuta, um novo estilo administrativo etc. Depois de algum tempo, a motivação desaparece como por artes mágicas e elas têm que esquematizar uma nova promessa de salvação para suas vidas.

NÃO PLANEJAM

Começam tudo por impulso, porque ficam fascinados à primeira vista, sem analisar as consequências. Quando surgem as dificuldades, correm em busca de soluções mágicas, o que só traz novos problemas.

QUANDO PLANEJAM NÃO REALIZAM ESSES OBJETIVOS

Estão constantemente a ter novas ideias, o que leva à modificação de todo o planejamento, desvalorizando o que havia sido combinado anteriormente. O seu método preferido é iniciar algo sempre que uma crise se instala. Ajudam a criá- las ao deixar de preveni-las; assim, sentem que têm algum controlo sobre a sua vida, ficando esperançados que ainda podem resolver a situação ou partir para outra.
Citação: “Algumas pessoas tem uma certa habilidade em escolher precisamente aquilo que é pior para elas.” J.K. Rowling

NÃO TÊM NOÇÃO DE RITMO

Tendem a dedicar-se muito no inicio, com muita energia, e por vezes um pouco fora da realidade, mas aos poucos vão desanimando para mais tarde desistirem. São como aquelas pessoas que, ao começar um curso de piano, estudam 6 horas por dia, fazem aulas extras e compram todos os discos. Mas aos poucos vão perdendo o ímpeto até que, após alguns meses, chegam ao ponto de esquecer que têm um piano.

PROCURAM SEMPRE SOLUÇÕES FANTÁSTICAS

O sucesso é construído de hábitos que devem ser implementados diariamente, pouco a pouco e com a noção das capacidade que se tem. Por exemplo, em vez de se consciencializarem de que um corpo bonito e saudável é resultado de uma dieta adequada, acompanhada de exercícios físicos, essas pessoas acreditam sempre que existe algum tipo de regime fantástico que permite comer o que quiser e quanto quiser. Frequentemente, apresentam as soluções no último instante, quando não há mais tempo para implantá-las ou quando a sua implementação já não faz sentido. Apresento algumas soluções para este tipo de problema no artigo: Um pequeno passo pode mudar a sua vida. Em vez de procurar mudanças radicais, que são ambiciosos, de difícil implementação e muitas vezes de insucesso, é mais benéfico estas pessoas darem pequenos passos de forma a sentirem-se confortáveis.

VIVEM NO “QUASE”

Quase me formei, quase me casei, quase tive filhos. O “quase” mantém a ilusão de sucesso dessas pessoas, pelo fato de terem chegado perto do topo da montanha. Na verdade, elas procuram não se comprometer. Usam muito a palavra “talvez” e a expressão “pode ser”. Correm sempre “atrás” do futuro: gostaria, faria, levaria. Note que a percepção interior e o comprometimento de alguém que diz “vou a sua casa hoje às 9 horas” é muito diferente de uma pessoa que diz simplesmente “talvez eu apareça em sua casa”.

NÃO LIGAM AOS DETALHES DIFERENCIADORES

O assistente vai à reunião de decisão sem o relatório. O Carpinteiro vai à casa do cliente tirar as medidas para a construção da mobília e não leva o instrumento de medida. Sai com a pessoa que pretende conquistar , sem cuidar da sua imagem e sem tomar banho. São os detalhes que fazem a diferença entre uma vitória e uma derrota.

NÃO MANTÉM OS COMPROMISSOS

Como mudam de ideia com frequência, qualquer contratempo é motivo suficiente para não cumprir os acordos previamente estabelecidos. Como alguém que combina ir a um aniverário de um amigo e se comprometeu com a namorada a comprar a prenda, mas descobre que está sem dinheiro e decide não gastar mais. Ele muda de ideia e não avisa a namorada. Simplesmente não compra a prenda e deixa a namorada ir à festa de aniversário do amigo,  esta fica esperando e ele não aparece. Estabelece-se um padrão sabotador de si mesmo, perde-se a responsabilidade e a credibilidade.
 
O que estas pessoas devem mudar?
Talvez neste momento você esteja consciente de que têm alguns desses hábitos que sabotam o seu sucesso (na verdade, todos nós em algumas áreas da nossa vida cometemos alguns destes comportamentos inadequados). A consciencialização é o primeiro passo para a mudança. A partir de agora observe esse hábito cada vez que ele surgir, analise as consequências negativas para a sua vida e comece a desenvolver novos hábitos.
Por exemplo, se você está criando uma maneira saudável de se alimentar, não vá a um rodízio de carnes. Sempre que o empregado de mesa passar oferecendo alguma coisa você vai ser obrigado a tomar uma decisão difícil e que o coloca no caminho do insucesso, com a agravante de lhe tirar o prazer de estar no restaurante. Ou então decide sucumbir à tentação da comida em excesso, tendo prazer imediato, mas se culpando pelo resto do dia. Reforça assim a noção que tem de si mesmo, como alguém que não cumpre o que promete. Simplifique a sua vida. O sucesso virá de forma natural.
Citação: “O homem que não sabe dominar os seus instintos, é sempre escravo daqueles que se propõem satisfazê-los.” Gustave Le Bon
Os campeões criam um sistema de realizações que facilita a obtenção dos seus objetivos. Eles têm hábitos funcionais que evitam desgaste desnecessário de energia. Por exemplo: fumar é frequentemente um desgaste na vida das pessoas. Instalando-se a dúvida:
  • Será que eu devia parar de fumar?
  • Não devia ter fumado logo pela manhã.
  • Por que fumei tanto hoje?
  • Amanhã vou parar.
  • Vou só fumar um cigarro porque estou triste…
Um milhão de perguntas e frases vão drenando a sua energia, deixando a sua mente cansada, retirando capacidade para tomar decisões alinhadas com o seu desejo.

Mas com tanta pressão, como vou conseguir fazer tudo de forma assertiva?

Você precisa deixar de lado as crises existenciais desnecessárias. Estas só justificam o mecanismo de defesa que criou, você defende-se arranjando justificações que “julga” serem lógicas para o facto de se sentir mal consigo mesmo. A nossa mente, esforça-se sempre por ser coerente, por contar uma história que tenha sentido. Se você se sente mal, tem de existir uma justificação, se não a procurar de forma estratégica, procurando factos reais e baseados em acontecimentos concretos, você fica à deriva, deixando os seus receios construírem inconscientemente uma história que o proteja (que na realidade o prejudica). Está apenas a proteger o seu ego. Está a criar uma ilusão de capacidade abandonado o barco antes que este se afunde, para não encarar a dura realidade que a responsabilidade é sua.
Citação: “Há uma espécie de conforto na auto-condenação. Quando nos condenamos, pensamos que ninguém mais tem o direito de o fazer.” Oscar Wilde

Como resolver?

Deve esforçar-se para perceber que tipo de conflitos internos possui, e prejudicam a obtenção dos resultados pretendidos. Foque-se nas ações que lhe permitem atingir a meta. Não se trata de estabelecer um sistema rígido, em que completar o que começou seja uma obrigação, sem permissão para crise ou sem flexibilidade para mudanças, mas sim de aprender a decidir e a realizar o que é importante na vida, sem adiar nem procurar justificações antecipadas. Quebre o padrão de percepção de incapacidade e comece a  levar-se a sério. Acredite em si, leve as coisas até ao fim, mesmo que julgue ir fracassar. Aceite a possibilidade de fracassar/falhar, mas assuma esse risco. A aceitação dessa possibilidade, permite-lhe ganhar experiência e testar as suas capacidades e limites. Para aprofundar este assunto leia: O fracasso é uma opção, mas o medo não.
Quando uma pessoa não alcança um objetivo, não foi apenas uma meta que deixou de ser cumprida. Houve também um esforço para cumprir aquilo que planejou, que traçou para si, permitiu estabelecer uma relação consigo mesmo, apoiou-se na sua auto-imagem, reforçou caminhos e testou outros, uns que se verificaram satisfatórios, outros nem por isso. Se não testar a sua confiança, se não andar de braço dado com a crença que tem em si, essa desconfiança e desacreditando vai minando, aos poucos, os seus desejos e sonhos. As metas que estabelece a partir daí serão cada vez menores, sem desafios, levando à desmotivação e à sabotagem de si mesmo.

ASSUMA-SE COMO É! PARTICIPE!

Olhe-se de frente, aceite-se com as suas virtude e defeitos, faça uma auto-análise e perceba o que necessita melhorar. O que é que se propõe a mudar, sem desculpas, sem “mas”, sem “se isto…”, “se aquilo?”
Quais são os sabotadores dos seus objetivos? Que hábitos tem que gostaria de mudar? Partilhe conosco a sua experiência.
 
                                                                                                                     Jacqueline Moraes

segunda-feira, maio 12, 2014

Pensamento Positivo

 
A motivação vem do pensamento. Cada ação que temos é precedida por um pensamento que inspira essa ação. Mas, quando deixamos de pensar (devidamente), perdemos a motivação para agir. Eventualmente caímos no pessimismo e miserabilíssimo, e isto leva-nos a pensar ainda menos. E assim sucessivamente. Uma espiral descendente de negatividade e passividade, alimenta-se dela mesma como uma sanguessuga. Grande parte de nós passamos o nosso tempo de vigília em automático, como se estivéssemos a sonhar,  onde esse sonho se desenrola sem a nossa consciência debitar o quer que seja. Fazemos mais um dia as mesmas coisas da mesma forma, com o mesmo ritmo, criticamos os outros e a nós mesmos com as mesmas frases, como se tivéssemos decorado o guião de um peça de teatro e a fossemos recitando, dia após dia.

Grande parte das nossas rotinas sedimentaram-se na nossa vida por nos serem úteis, por nos servirem e nos facilitarem a quantidade de coisas que fazemos. Sentimo-nos confortáveis a fazer aquilo que sempre fizemos, aquilo que nos é fácil, que fazemos sem ter que prestar atenção. Podemos chamar a este processo, os nossos hábitos instituídos. Até aqui, tudo muito bem! Mas, se alguns desses hábitos passaram a não ser adequados, prejudicam-nos, incapacitam-nos ou impedem de sentirmo-nos bem, de sermos apreciados pelos outros, de sermos aceites em sociedade, ou nos impedem de atingir os nossos sonhos e objetivos? Se nos toldaram a criatividade, a perspicácia, a vontade de aprender, de olhar a vida por outras perspectivas e alternativas?

Os nossos hábitos instituídos podem passar a ser a nossa maior dor de cabeça. Habituámo-nos a eles por um processo de repetição até chegarmos ao ponto de julgarmos que nós somos mesmo assim, que isso faz parte da nossa personalidade. Mas, nada poderia estar mais errado. Só julga ser assim porque fechou a janela das possibilidades, das alternativas, da consciência, de pensar acerca das coisas, das suas coisas, daquilo que  quer e que não quer. Se continuarmos a percorrer os trilhos da vida num estado “adormecido”, muito provavelmente iremos atingir um ponto de cristalização do nosso pensamento, perdemos a flexibilidade de pensamento e criamos uma inclinação mental desadequada.

Vejamos o seguinte exemplo: Digamos que uma pessoa com uma inclinação mental para o pessimismo levantou-se num sábado de manhã e colocou na sua ideia que tinha de arrumar e limpar a garagem. Dirige-se à garagem, abre a porta e fica chocado por ver a quantidade de lixo e desarrumação. “Esquece isso” Diz o pessimista no maior dos lamentos. “Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” Perante esta situação e num estado mental de incapacidade, fecha a porta da garagem e volta para outra divisão da casa para fazer outra coisa qualquer.

Os pessimistas têm um pensamento de “tudo ou nada”. Têm um pensamento catastrófico e absolutista. Ou fazem as coisas de forma perfeita ou não fazem. Vejamos como é que o otimista enfrentaria o mesmo problema. Vamos assumir que até dizia a mesma coisa: “Esquece isso”. Ninguém conseguiria limpar esta garagem num só dia!” No entanto, uma grande diferença entre o pessimista e otimista saltaria à vista. Ao invés de voltar para casa, o otimista continuaria a pensar. “Pronto, não consigo limpar toda a garagem, mas ainda assim, o que é que eu posso fazer?” Ele pensa durante um pouco, e tem a ideia de dividir a garagem em 4 secções e limpar apenas uma nesse dia. “De certeza que consigo limpar uma secção, e se limpar uma parte por semana, certamente até ao final do mês consigo limpar toda a garagem”. Ao fim de um mês os cenários serão diferentes: O pessimista terá a garagem numa desgraça e o otimista uma garagem limpa.
 
O Sabotador Interno
 
O pessimista tem uma inclinação mental para pensar de forma desanimada ou que não consegue fazer nada, que as coisas não valem a pena, desiste de pensar positivo muito rapidamente. Na grande maioria da vezes o pessimista é um desistente crónico, foca-se nos piores cenários e não acredita que as coisas possam dar certo. A estes aspetos negativos do programa mental do pessimista podemos chamar de sabotador interno. É um sistema auto perpetuador de conexões entre as células cerebrais, uma presença neurológica que parece ser tão intrínseca a nós, que normalmente não temos consciência da sua influência. O sabotador interno é uma consequência da forma como você pensa acerca das coisas. Pode ser muito difícil  desaprender aquilo que aprendeu e julga ser parte de você, mas é possível.
Sabemos que um músculo se desenvolve através do esforço repetido. Se você deixar de o usar, se parar de o exercitar, as conexões entre as células musculares irão enfraquecer. Assim, acontecerá com os vários aspectos da sua inclinação mental, do seu sabotador interno. Assim que você o identificar, e inibir essas ideias e comportamentos, as conexões entre as células cerebrais irão diminuir, perdendo a sua força, enfraquecendo a sua inclinação mental pessimista.
 
Especialização Neuronal
 
O nosso cérebro especializa-se através de um processo de repetição de comportamentos, através do reforço de grupos de redes neuronais. Na infância à medida que vamos enfrentando os desafios e dificuldades da vida, vamos colocando em ação algumas formas de lidar com as situações. Algumas destas estratégias funcionam e são retidas. O sabotador interno nasceu.
Por exemplo, se uma criança é criticada pelos seus pais, a estratégia de lidar com a situação pode ser agir “erradamente” dado que esta é a única forma da situação lhe fazer sentido. Ela irá desenvolver comportamentos “errados” para dar razão aos seus pais. Uma criança que é ignorada pode achar que só terá atenção quando está doente, assim, a doença, queixas somáticas ou pequenos acidentes tornar-se-ão num mecanismo de enfrentamento inconsciente. A criança “aprendeu” a ser um falhado, aceitar a crítica e a ter relacionamentos sem apoio. Estas estratégias, até podem ter funcionado na infância para diminuir a fúria da mãe, mas certamente serão disfuncionais na fase adulta. A dura realidade, é que estas estratégias tornaram-se a sua “especialização” desenvolvida para lidar com um conjunto particular de circunstâncias.
Se registássemos uma possível lista dos comportamentos auto sabotadores desenvolvidos através dos mecanismos de lidar com as situações, ficaria algo do género:
 
 
  • “Eu assumo que vou falhar, por isso não tento.”
  • “Eu comporto-me como se nada de bom me aconteça.”
  • “Eu dificilmente confiarei em alguém.”
  • “Eu critico os outros e acho que os outros me criticam.”
  • “Eu acho difícil fazer amigos.”
  • “Eu rejeito as pessoas que são boas para mim ou que me tentam ajudar.”
  • “Eu evito confrontar-me com situações  em que as pessoas me possam julgar.”
Este é apenas um exemplo como o nosso sabotador interno se desenvolve. Estas especializações infelizmente não se ficam apenas pela infância, podem sedimentar-se em qualquer altura da nossa vida. Tal como esta criança, também nós nascemos com a capacidade para aprender um conjunto quase ilimitado de respostas comportamentais. Importa referir, que a especialização neuronal formada pelas nossas reações a situações sobre as quais não temos controlo, limita-nos severamente as nossas opções.
 
Valor do Pensamento Positivo
 
Para testemunhar uma das mais profundas ilustrações da efetividade prática do otimismo na história da América, você tem de relembra-se do filme, Apollo 13, ou então visioná-lo. Para além do trabalho de trazerem os astronautas do outro lado da lua ter sido assustador e esmagador, o desafio foi realizado em pequenas tarefas de cada vez. As pessoas que estavam no controlo da missão em Houston e que salvaram os astronautas, conseguiram esse feito extraordinário porque mesmo perante a “impossibilidade” dos problemas tecnológicos, eles continuaram a pensar positivo. Eles nunca desistiram. Procuraram por soluções parciais, e declaram que iriam agarrar-se a essas soluções parciais e trazer os seus homens em segurança para casa.
Dica: Sempre que você se sinta pessimista ou oprimido, relembre-se para continuar a pensar positivo. Continue a pensar, continue a pensar positivo.
De acordo com a abordagem da psicologia positiva, pensar positivo não se resume de forma alguma apenas a afirmações positivas ou de capacidade. Estas podem formar a base da intenção daquilo que se quer e pretende que aconteça. Mas,  provavelmente a estratégia que mais conta, é a estruturação de um encadeamento de ações que suportadas pelas afirmações irão expressar as forças, valores, objetivos e crenças adaptativas da pessoa ou grupo de pessoas. As pessoas que pensam de forma otimista, capacitada  e positiva, escolhem fazer um uso diferente da imaginação humana. A imaginação que cada um de nós possui deveria ser usada, não para fugir à realidade, mas para a criar.
Não hesite em pensar, não hesite em pensar positivo. Não se deixe levar pelos caminhos vincados (inadequados) da sua mente. Desperte, acorde, fuja à rotina da sua inclinação mental para a desistência. Resista à sua paragem de pensamento para a solução, insista na busca de possibilidades e caminhos alternativos, persista na reestruturação do seu pensamento positivo.
 
                                                                                                                     Jacqueline Moraes