domingo, junho 08, 2014

Apple Cinnamon Desert


Quem me conhece sabe, que, um dos meus hobbies preferidos é cozinhar. Apple Cinnamon Desert, fácil de fazer, além de ser saborosa para o inverno.

Ingredientes:

- Maças
- Canela em pó
- Doce de leite
- Licor de Marula
- Granola

Modo de Preparo:

- Coloque tudo numa frigideira antiaderente. Tampe por 8 minutos. Sirva com chocolate meio amargo derretido.
 
  
Jacqueline Moraes

sexta-feira, junho 06, 2014

Como dar volta ao mundo


Quem disse que para viajar é necessário gastar muito dinheiro? Fico fascinada quando escuto histórias de pessoas que, simplesmente colocaram a mochila nas costas e foi por aí. Conheço aqueles que inclusive não voltaram mais. Admiro aqueles que  comem com as mãos, sabem o dia grátis de museus e teatros, dividem seu conhecimento sem nada em troca. O maior investimento, não é comprar o carro do ano ou o último lançamento do Iphone 99. Investimento, é conhecer pessoas, culturas, admirar cada tribo, sentir na pele as dificuldades, o frio, o calor, a chuva ou a solidão. É viver a cada dia uma experiência nova, é conhecer si próprio. E pode ter certeza, você só saberá disso quando sair da sua zona de conforto. Quando desapegar de coisas que é motivo de guerra em sua casa, em sua vida, no mundo. Não pense no que as pessoas vão dizer, não tenha preconceito, não se limite, seja humilde.  Se arrisque, siga o seu coração. E pra você, qual o sentido da vida?

 Oneworld é uma companhia de viagem para Mochileiros. Com apenas $3.500 é possível fazer uma viagem ao redor do Mundo. Parece incrível, né?
Se você não tem medo de arriscar, e de ir em busca de seus sonhos. Confira: OneWorld

Rafael Sette Câmara, Jornalista, brasileiro e mochileiro. Deixou para trás amigos e família para viajar ao redor do mundo por 10 meses. " A vida é imprevisível. Você pode tremer de medo de viajar de avião, mas sangrar até a morte depois de uma queda no banheiro", confessa o Aventureiro.
 Mas como começar? Qual destino escolher?. No site papodehomem, Rafa fala um pouco de sua viagem e ainda revela algumas dicas.
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Jacqueline Moraes

Cultura South Africa

 


A África do Sul é uma nação com muitas cores, línguas e tradições. A cultura do povo é altamente diversificada, muito devido à diversidade étnica.
Além dos nativos africanos (79%), existe um grande número de descendentes de imigrantes europeus e asiáticos.
São 49 milhões de habitantes e onze línguas oficiais: africâner, inglês, ndebele, pedi, sotho, swati, tsonga, tswana, venda, xhosa e zulu. Existem ainda vários dialetos. Cerca de 86% da população acima de 15 anos é alfabetizada.


Com tradições distintas de suas etnias, África do Sul tem identidade rica em todos os aspectos
 
A música sul africana, a dança, a pintura, assim como a literatura do país, a sua arquitetura, seus museus com a exposição de suas relíquias, apresentando seus acervos que guardam a memória de sua história, documentos, objetos que faz entender a evolução artística e cultura de seu povo.
 
Miriam Makeba e o grupo Ladysmith Black Manbazo são expoentes sul-africanos e ganharam espaço pelo mundo na luta contra o regime segregacionista. A cantora, que ficou conhecida como “Mama Afrika” e pela música “Pata Pata”, chegou a ter sua nacionalidade revogada no auge do apartheid. Já o conjunto produziu álbuns ao lado do cantor Paul Simon e se apresentou com sucesso por vários países
 
Mesmo minoria, os africâners, de descendência holandesa, ainda têm uma importância considerável na cultura sul-africana. Além da língua e de alguns costumes, a dança "sokkie" é popular entre os jovens. Os movimentos entre os casais são embalados por músicas pop, e o nome vem do termo "sock", que significa meias, em inglês. Tradicionalmente, os dançarinos praticavam sem os sapatos.
As esculturas, pinturas, o trabalho do artesanato, que tem como mostra as criações dos artesãos que retratam os hábito, costumes, a fauna, a flora, assim como também a matéria prima utilizada para a confecção dos objetos que identificam a arte e cultura das África do Sul, com sua pinturas coloridas, vivas.
Viajar para a África do Sul, passear pelas sua cidades turísticas, conhecer seus atrativos turísticos, observando sua arquitetura, ir de encontro as galerias de arte do país, participar de um festival como o bushveld, principalmente voltado a sua cultura.
Os vinhos sul-africanos são uma tradição do país e possui excelente qualidade. As regiões vinícolas, em Western Cape, faz parte dos roteiros turísticos mais populares da África do Sul.
O turista que tem destino turístico a África do Sul, terá uma boa bagagem de conhecimento cultural e artístico do país, fazendo um city tour, pelas centros culturais, de arte, que mostram a verdadeira história de seu povo, quer na música, na dança, na literatura, na pintura, é maravilhar-se pelo país que possui uma riqueza cultura ativa muito forte, com sua cantorias, e dança.

Gastronomia sul-africana
A culinária sul-africana recebeu a influência dos povos pré-colonização (khosai, xhosa e sotho) e dos britânicos e holandeses. A base da culinária é a carne (vaca, frango porco). O vinho também é faz parte desta culinária, sendo a África do Sul um importante produtor desta bebida.
Existe uma espécie de evento social tradicional sul-africano chamado de braai, cujo centro é a comida. Num braai, espécie de churrasco, os homens assam e grelham as carnes, enquanto as mulheres cuidam das saladas e sobremesas. No braai são grelhados diversos tipos de carnes e embutidos (salsicha, coxas de frango, costeletas, carne seca, rabo de boi, linguiça entre outros tipos).
O bitong também é comum na África do Sul. Trata-se de um bife de carne seca que, tradicionalmente, é muito consumido enquanto se assiste alguma atividade esportiva.
Cottage pie
Welsh rarebit
 
 
Milk tart
 
 

Músicas:

 
 Jacqueline Moraes

 

Quinche Lorraine com Gorgonzola


Quiche Lorraine é a forma tradicional de quiche originado da região francesa de Lorraine. A receita nasceu na região alemã de Lothringer durante a era medieval. Os alemães chamavam essa torta aberta de de Kuchen, que significava simplesmente "torta". Em seguida Kuchen passou a ser chamada de Kúche, e eventualmente de Kische. Quando os franceses conquistaram a região de Lothringer, eles renomearam adicionando a palavra Lorraine e a pronuncia tradicional de Kische foi adaptada para a lingua francesa passando a ser chamada de Quiche.


Ingredientes:

Recheio
- 200g de queijo Gorgonzola
- 200g de queijo Gruyere ou Mozarela
- 3 ovos
- 250ml de creme de leite
- 250ml de leite
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Massa

- 1 1/2 de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de margarina
- 1 ovo
- 1 xicara de leite para dar o ponto
- um pitada de sal


Mistura tudo ate dar o ponto, abra a massa e vai fazendo o formato dentro da forma. Faça furinhos na massa utilizando um garfo.
Feito isso, coloquei uma camada do queijo Gruyere ou Muzarela ralado. Em seguida, faça o mesmo com o queijo Gorgonzola.
Bata os ovos,creme de leite, leite e sal ate ficar  uma mistura homogênia. Despeje na torta.
Forno 200º nos primeiros 12 minutes, após feito isso baixe o fogo para 180º por 30 minutos.

Pêra com Licor de Marula

Ingredientes:

- Pera descascada
- Licor de Marula
- 1/2 limão
- um pouco de açúcar
- 1 batom de canela
- pau de canela

Passe limão em volta da pera para evitar a oxidação. Coloque tudo em uma panela, em fogo baixo, tampe e deixe por volta de 10 minutos.

 

quinta-feira, junho 05, 2014

Para viver um grande Amor

 
Vinicius de Moraes

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.