segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Teste de personalidade


Olhe para a árvore e escolha imediatamente a que mais é atraente para você .
Não pense sobre isso por muito tempo, é só escolher e descobir o que sua escolha diz sobre sua personalidade.
OS RESULTADOS !
1 . Você é uma ( não confundir com moralização ) pessoa generosa e moral. Você sempre trabalhar em auto aperfeiçoamento. Você é muito ambicioso e tem padrões muito elevados . As pessoas podem pensar que a comunicação com você é difícil, mas para você , não é fácil de ser quem você é . Você trabalha muito duro, mas você não é egoísta. Você trabalha porque quer melhorar o mundo. Você tem uma grande capacidade de amar as pessoas até eles te machucarem. Mas, mesmo assim você continuar amando . Poucas pessoas apreciam tudo no mundo como você.
2 . Você é uma pessoa honesta e divertida. Você é muito responsável e gosta cuidar dos outros, por que se preocupa com eles e aceita muitas responsabilidades relacionadas ao trabalho. Você tem uma personalidade muito boa e as pessoas confiam em você facilmente. Você é brilhante , inteligente e de pensamento rápido. Você sempre tem uma história interessante para contar.
3.Você é uma pessoa inteligente e atenciosa. Você é um grande pensador . Seus pensamentos e suas idéias são muito importante para você. Você gosta de pensar sobre suas teorias e pontos de vista só. Você é um introvertido . Você se dá bem com quem gosta de pensar e aprender. Você gasta muito tempo , pensando sobre a moralidade . Você está tentando fazer o que é certo, mesmo que a maioria da sociedade não concorda com você.
4 . Você é uma pessoa perspicaz e filosófica. Você é intuitivo e um pouco peculiar . É muitas vezes incompreendido , e isso te machuca . Você precisa de espaço pessoal. Sua criatividade precisa ser desenvolvida , você busca o respeito dos outros. Você é uma pessoa que vê claramente os lados claro e escuro da vida. Você é muito emocional.
5. Você é auto -confiante e responsável . Você é muito independente. Seu princípio orientador na vida é ‘ eu vou fazer do meu jeito ” . Você é muito auto confiante e sabe como ficar forte para si e para as pessoas que você ama . Você sabe exatamente o que quer e não tem medo de perseguir seus sonhos . A única coisa que demanda de pessoas é a honestidade. Você é forte o suficiente para aceitar a verdade.
6. Você é gentil e sensível. As pessoas se relacionam muito bem com você. Você tem muitos amigos e adora ajudá-los. Você tem essa aura quente e brilhante que faz as pessoas se sentir bem quando estão ao seu redor. Todos os dias, você pensa sobre o que você pode fazer para melhorar a si mesmo . Você quer ser interessante , perspicaz e único. Mais do que qualquer outra pessoa no mundo , você precisa amar. Você está pronto para amar sem esperar que te ame de volta .
7. Você é feliz e sereno . Você é uma pessoa muito sensível e compreensivo. Você é um grande ouvinte e não faz julgamnetos . Você acredita que todo mundo tem seu próprio caminho na vida. Você está aberto a novas pessoas e eventos. Você é altamente resistente ao estresse e raramente se preocupe. Normalmente , você é muito relaxada. Você sempre conseguem dirigir seu tempo e nunca perder o seu caminho .
8. Você é charmoso e energético. Você é uma pessoa divertida , sabe fazer as pessoas rirem. Você vive em um estado de harmonia com o universo. Você é espontâneo e entusiasta. Você nunca diz não para uma aventura. Muitas vezes , você surpreendentes e até mesmo choca as pessoas com sua espontaneidade . Mas isso é apenas como você é… Você sempre permanecer fiel a si mesmo . Você sempre busca aprender mais sobre alguma coisa que te interesse e você não descansa até que você adquira o conhecimento profundo e necessário de determinada área ou assunto.
9. Você é otimista .Você acredita que a vida é um presente e tentar aproveitar o máximo possível dela. Você é muito orgulhoso de suas realizações. Você gosta de conviver com as pessoas que se preocupam com o todo . Você tem uma abordagem muito saudável para a vida. Você é transparente com o vidro. Você pode usar qualquer oportunidade para perdoar, aprender e crescer, porque você acredita que a vida é muito curta para fazer o contrário.

fonte, vida de casal.

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

4 maneiras de achar inspiração em qualquer lugar

 


Você não precisa conhecer todos os museus possíveis ou gastar fortunas indo nas mais belas paisagens do mundo para inspirar sua criatividade.
Algumas atitudes no dia a dia podem fazer o mesmo efeito que uma obra de arte ou alguma beleza natural, é o que afirma Christina E. Shalley, Ph.D. e professora em comportamento organizacional do Georgia Institute of Technology, em entrevista para o site da revista Fast Company. O desafio, diz ela, é “encontrar o ambiente que aflora essa criatividade”.
Abaixo, a professora oferece quatro dicas para achá-lo – e, assim, potencializar suas inspirações.

1. Desafie sua pré-concepções
Paisagens belas e obras de arte têm o poder de abrir sua a mente para novas possibilidades: um pôr do sol pode fazer você reparar em cores que nunca sabia que existam. Segundo Keith Sawyer, autor do livro “Zig Zag: The Surprising Path to Creativity” (Zig Zag: O Surpreendente Caminho Para a Criatividade), esse tipo de experiência aumenta o poder de percepção de uma pessoa. Na sua empresa, você consegue fazer o mesmo. Basta analisar suas opções pelos caminhos que normalmente não seguiria. Se você chegou a uma decisão sobre uma campanha de marketing, pare e reflita sobre a mesma problemática de um jeito completamente oposto. Fazer isso é se arriscar a novas possibilidades.
2. Crie sessões de estímulo
Reúna sua equipe para sessões que ofereçam os mesmo estímulos que uma exposição, um filme instigante ou bom livro. Peça para que eles desenhem ou criem murais com e colagens com fotos e temas determinados. Faça com que eles reflitam sobre os resultados e interprete as contribuições de cada membro. Não imponha limites: abrir espaço para criatividade pode tornar seus funcionários mais criativos – e você também.

3. Mude sua rotina constantemente
Mudar o jeito como você faz as coisas diariamente pode abrir sua mente para novas interpretações e perspectivas. Faça um caminho diferente para o trabalho ou casa; observe tudo que há de novo na trajetória; repare na arquitetura, pessoas e outros negócios em volta. Dentro da empresa, mude a música que por acaso é trilha sonora do ambiente, reorganize salas de reunião ou de recreação. Pequenas mudanças podem trazer grandes insights.

4. Descubra o que cria espaço na sua mente
Como inspiração e criatividade são coisas bem pessoais, você precisa fazer uma jornada íntima  para descobrir que lugares, objetos, situações, fazem com que sua mente relaxe da rotina diária e crie um pouco de espaço para gerar ideias novas. Assim que você descobrir que coisas são essas, treine sua mente para ter esses momentos de inspiração.

quarta-feira, fevereiro 05, 2014

What Happens When You Live Abroad


A very dependable feature of people who live abroad is finding them huddled together in bars and restaurants, talking not just about their homelands, but about the experience of leaving. And strangely enough, these groups of ex-pats aren’t necessarily all from the same home countries, often the mere experience of trading lands and cultures is enough to link them together and build the foundations of a friendship. I knew a decent amount of ex pats — of varying lengths of stay — back in America, and it’s reassuring to see that here in Europe, the “foreigner” bars are just as prevalent and filled with the same warm, nostalgic chatter.
But one thing that undoubtedly exists between all of us, something that lingers unspoken at all of our gatherings, is fear. There is a palpable fear to living in a new country, and though it is more acute in the first months, even year, of your stay, it never completely evaporates as time goes on. It simply changes. The anxiousness that was once concentrated on how you’re going to make new friends, adjust, and master the nuances of the language has become the repeated question “What am I missing?” As you settle into your new life and country, as time passes and becomes less a question of how long you’ve been here and more one of how long you’ve been gone, you realize that life back home has gone on without you. People have grown up, they’ve moved, they’ve married, they’ve become completely different people — and so have you.
It’s hard to deny that the act of living in another country, in another language, fundamentally changes you. Different parts of your personality sort of float to the top, and you take on qualities, mannerisms, and opinions that define the new people around you. And there’s nothing wrong with that; it’s often part of the reason you left in the first place. You wanted to evolve, to change something, to put yourself in an uncomfortable new situation that would force you to into a new phase of your life.
So many of us, when we leave our home countries, want to escape ourselves. We build up enormous webs of people, of bars and coffee shops, of arguments and exes and the same five places over and over again, from which we feel we can’t break free. There are just too many bridges that have been burned, or love that has turned sour and ugly, or restaurants at which you’ve eaten everything on the menu at least ten times — the only way to escape and to wipe your slate clean is to go somewhere where no one knows who you were, and no one is going to ask. And while it’s enormously refreshing and exhilarating to feel like you can be anyone you want to be and come without the baggage of your past, you realize just how much of “you” was based more on geographic location than anything else.
Walking streets alone and eating dinner at tables for one — maybe with a book, maybe not — you’re left alone for hours, days on end with nothing but your own thoughts. You start talking to yourself, asking yourself questions and answering them, and taking in the day’s activities with a slowness and an appreciation that you’ve never before even attempted. Even just going to the grocery store — when in an exciting new place, when all by yourself, when in a new language — is a thrilling activity. And having to start from zero and rebuild everything, having to re-learn how to live and carry out every day activities like a child, fundamentally alters you. Yes, the country and its people will have their own effect on who you are and what you think, but few things are more profound than just starting over with the basics and relying on yourself to build a life again. I have yet to meet a person who I didn’t find calmed by the experience. There is a certain amount of comfort and confidence that you gain with yourself when you go to this new place and start all over again, and a knowledge that — come what may in the rest of your life — you were capable of taking that leap and landing softly at least once.
But there are the fears. And yes, life has gone on without you. And the longer you stay in your new home, the more profound those changes will become. Holidays, birthdays, weddings — every event that you miss suddenly becomes a tick mark on an endless ream of paper. One day, you simply look back and realize that so much has happened in your absence, that so much has changed. You find it harder and harder to start conversations with people who used to be some of your best friends, and in-jokes become increasingly foreign — you have become an outsider. There are those who stay so long that they can never go back. We all meet the ex-pat who has been in his new home for 30 years and who seems to have almost replaced the missed years spent back in his homeland with full, passionate immersion into his new country. Yes, technically they are immigrants. Technically their birth certificate would place them in a different part of the world. But it’s undeniable that whatever life they left back home, they could never pick up all the pieces to. That old person is gone, and you realize that every day, you come a tiny bit closer to becoming that person yourself — even if you don’t want to.
So you look at your life, and the two countries that hold it, and realize that you are now two distinct people. As much as your countries represent and fulfill different parts of you and what you enjoy about life, as much as you have formed unbreakable bonds with people you love in both places, as much as you feel truly at home in either one, so you are divided in two. For the rest of your life, or at least it feels this way, you will spend your time in one naggingly longing for the other, and waiting until you can get back for at least a few weeks and dive back into the person you were back there. It takes so much to carve out a new life for yourself somewhere new, and it can’t die simply because you’ve moved over a few time zones. The people that took you into their country and became your new family, they aren’t going to mean any less to you when you’re far away.
When you live abroad, you realize that, no matter where you are, you will always be an ex-pat. There will always be a part of you that is far away from its home and is lying dormant until it can breathe and live in full color back in the country where it belongs. To live in a new place is a beautiful, thrilling thing, and it can show you that you can be whoever you want — on your own terms. It can give you the gift of freedom, of new beginnings, of curiosity and excitement. But to start over, to get on that plane, doesn’t come without a price. You cannot be in two places at once, and from now on, you will always lay awake on certain nights and think of all the things you’re missing out on back home.

sábado, fevereiro 01, 2014

É um sinal

As duas horas em ponto quando olhei no relógio, e eu precisava ir na Liberdade para comprar sushi, não entendia porque eu queria comer comida japonesa. Era um sinal.
O sol escaldante no céu, vestido de pássaros, lenço de cabelo no estilo pin up. Meus olhos viajavam ao olhar na janela do metro, embarquei no metro mais perto de casa, pinheiros. Me deixe sozinha, que eu viajo nos pensamentos.
Era um dia qualquer, desci na Liberdade. Desci a avenida um pouco distraída procurando o fone de ouvido na bolsa.
- Aii!  -gritei um pouco assustada, trombei com aquele menino.
- Me desculpe moça, estou atrasado para um ensaio. - Disse ele com pressa
- Presta atenção da próxima vez - Eu disse.
- Oook, ok! - O que eu posso fazer para você não me olhar brava deste jeito?
- Ah? - Tentei me fazer de desentendida.
- Sei que nos encontraremos, minha banda ira tocar hoje as 16h na praça da Universidade. - Recrutou.
Cabelos escuros, pele branca, alargadores estilosos, olhos profundamente castanhos. Eu tinha que esquecer aquela cena - TRIIIII- Atendi o telefone observando aquela atrapalhado correndo no final da rua ate virar a esquina de objetos sem sentido.
- Helo? Heloisa você esta ai? Me responda. - Minha amiga tentando falar comigo e eu não respondia.


Pessoas com pressa, objetos de gatinhos, leve vento mexendo meu vestido, crianças encantadas com a decoração da avenida. Estava sendo movida por algo diferente, além do sushi comprei também um objeto de decoração sem sentido e aquele sorvete enjoativo. Um timbre, uma voz encantadora escuto no terraço da Sorveteria e eu precisava seguir aquele som. É um sinal.
Vejo ele passar, vejo a cantar, face to face.
Espero um sinal, Tá tudo bem, mais não é nada sério.

quinta-feira, janeiro 30, 2014

As 12 verdades que ninguém te conta sobre fazer mochilão


1.
Escolha um lugar para ir. Dizem que o mundo é pequeno pra quem viaja, mas se você
não tem nem idéia pra onde vai, o mundo pode ser bem grande.

1.b. Escolha de última hora, convença um daqueles amigos influenciáveis a ir junto dizendo que vai ser a viagem de suas vidas. E é mais ou menos isso aí o real planejamento.

2.
Arrume uma boa mochila, de preferência que tenha barrigueira. Lembre-se que o peso
da mochila é carregado no quadril (e nas pernas) e não nos seus ombros.

2.b .Sua primeira saga vai ser uma merda porque você resolveu economizar na hora de comprar uma mochila. Em vez de comprar uma decente, como as alemãs Deuter, vai preferir uma paraguaia. Na segunda vez vai tirar o escorpião do bolso e entender porque se paga mais de R$900 em uma mochila.

3.
O peso da mochila deve ser de no máximo 1/3 (um terço) do seu peso corporal. Por isso, preste muita atenção no que vai levar. Leve o mínimo necessário para sua aventura.
3.b. Como você é um sedentário e resolveu fazer o mochilão pra entrar em contato com seu lado aventureiro, vai descobrir o significado de uma dor mortal nas costas. Trouxa. Quem mandou desistir da academia.

4.
Ao invés de levar sabonete, shampoo e sabão em pó, pra lavar roupas, substitua tudo isso por uma pequena barra de sabão de coco de boa qualidade. Serve muito bem pra tomar banho e ter roupas limpas.
4.b. Seu cabelo e sua pele vão ficar como a de um sujeito perdido do deserto há 10 dias. Isso porque você esqueceu a porcaria do shampoo e do sabonete que sua namorada/mãe/cuidadora deixou separado debaixo do seu nariz. Quem não tem cão, usa aquele merda de shampoo 2 em 1 gratuito sem nome que os hostels dão de graça. Acostume-se.

5.
Leve uma corda plástica fina, uma tampa de pia, um prendedor de roupas e um canivete. Nunca se sabe quando você vai precisar amarrar sua mochila, encher uma pia para lavar roupas, pendurar seu nécessaire num banheiro sem gancho ou até mesmo secar roupas dentro da barraca;
5.b. Aceite o fato de que vai precisar usar camisetas, shorts, cuecas e meias sujas e/ou úmidas em certo ponto da viagem. Você não tem dotes domésticos no Brasil, quanto mais fora dele, cercado de festas e gringas gostosas por todo lado.

6.
Kit de primeiros socorros! Se você toma remédios específicos nunca se esqueça deles! Acredite, o Sistema Único de Saúde brasileiro é MUITO bom quando comparado com o de outros países.
6.b. Se você não fizer um seguro de saúde e por acaso quebrar o braço ou necessitar de algum remédio específico, se prepare para ligar para o papai choramingando por mais dinheiro. Sua conta bancária será arrombada. Ah, leve bastante engov, neosaldina, dorflex e remédios pra mal-estar estomacal, são itens básicos de sobrevivência na selva internacional. Spray de propólis também, você vai perder a voz e inflamar a garganta em algum ponto entre a quinta e a décima sétima festa.

7.
Se você for de avião/ônibus compre apenas a passagem de ida e volta (se suas férias têm data certa pra acabar). Outras passagens, deixe para comprar quando chegar lá.
7.b. Mate seu bloqueio contra pegar carona com pessoas esquisitas/fedorentas/bizarras. Você vai necessitar da generosidade delas para se deslocar.

8.
Reserve um hotel/pousada no primeiro destino, pois procurar hospedagem depois de várias horas mal dormidas, é desgastante. Mas reserve apenas a primeira noite, para que você não tenha cronograma e se veja obrigado a procurar outros lugares.
8.b. Sim, você vai reservar um quarto misto. Não, você não vai transar com duas nórdicas deliciosas sedentas por sexo na primeira noite. Nem na última.

9.
Se for de carro, trace um esboço da sua rota ideal, mas não se prenda a ela. Durante a viagem você vai receber varias dicas e ideias de locais pra visitar e você não deve estar engessado com datas e horários. A melhor coisa é nunca ter muito planos. Prepare-se pro pior, espere o melhor e aceite o que vier.
9.b. Compre um mapa local, de papel. Ao contrário do que a cultura Zuckerbergriana prega, eles ainda são úteis pra caralho. A porra da web *nunca* vai funcionar quando você precisa.

10.
Vá a bares, restaurantes e eventos freqüentados pelos ‘nativos’ do local. Fuja dos roteiros turísticos. Converse bastante com o pessoal da região, eles serão seus melhores guias para descobrir picos muito doidos e pouco freqüentados.
10.b. Confie em pessoas desconhecidas que estiverem bebendo com você. Elas sabem das coisas.
PS.: Leve seu canivete no bolso, ele pode ser necessário para escapar do cativeiro.

11.
Se você estiver num lugar muito bacana, se divertindo, fique. Fique um dia, dois, dez, as férias inteiras. Lembre-se que você não tem planos e nem objetivos concretos nessa viagem.
11.b. Se sua grana acabar e estiver em um local espetacular com pessoas incríveis, venda algo. Faça sexo por dinheiro. Mas dê um jeito de ficar mais tempo, são esses os momentos que fazem a vida valer a pena.

12.
Aproveite! Tudo! Todo o processo! Um mochilão não é apenas a estrada e a aventura. Os preparativos são muito prazerosos, a aventura e o frio na barriga durante a trip são incríveis e rever as fotos e contar as historias depois é fascinante. Curta! O mundo
virou o seu quintal!

12.b. Sua maior preocupação deve ser se arrepender do que não fez. É virtualmente impossível voltar com ressaca moral de um mochilão. O que acontece em Vegas/Machu Picchu/Europa ou numa sauna GLS na Bratislava, fica por lá.