sábado, maio 20, 2017
sexta-feira, julho 15, 2016
About dreams
Se eu pudesse escrever um filme, seria sobre memorias. Talvez um pouco longo ou com apenas fleches dos momentos mais marcantes. E quais seriam? Pois bem, talvez seria sobre sonhos.
Sabe, aqueles em que planejamos mas, a vida os transforma em outras flores. Assim como o mar após uma tempestade. Onde a maré nos leva, sem rumo, apenas pela correnteza. Ondas vem e vão te se formarem em redemoinhos e, quando se menos espera o vento começa. Não sabemos pra onde ir, o que fazer, o que dizer. Mas logo, vem a calmaria e em que nos levar para onde deveríamos ter ido desde o começo.
Jacqueline Moraes
terça-feira, maio 24, 2016
Como dizia Chico Buarque,
"Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu."
É.Tem dias em que a gente se sente assim mesmo. Com quem partiu ou morreu. Normalmente acontece quando a gente cai em si e vê que perdeu um pedaço da historia, mas não sabe onde, nem como, porque apesar de estar se sentindo como quem partiu ou morreu, na realidade nunca partiu. Sempre esteve ali. Achou que estava presente, achou que estava sendo companheira e de repente, percebe que não foi nada disso. Alguma coisa realmente acontece. Mas você não sabe o que, nem como, nem onde, nem quando e muito mesmo por quê. Aí,você começa a tentar de todas as outras formas resgatar o que parece ter ficado para trás, entender o que se passou, mas não adiantou. Bate um desespero, uma agonia, uma dor no peito que nada faz passar. A gente tenta raciocinar, mas há muitos momentos em que o raciocínio da lugar ao sentimento e ai não tem célula cinzenta que de um jeito. O negocio é ir chorar na cama que é lugar quente. Ou embaixo do chuveiro para lagrimas rolarem mais soltas, sem inibição. De vez em quando a gente ate solução, respira fundo, mas os olhos não secam. A dor no peito não passa e a impotência massacra a nossa alma. Não há nada que se possa fazer além de simplesmente estar ao alcance do abraço.
É.Tem dias em que a gente se sente assim mesmo. Com quem partiu ou morreu. Normalmente acontece quando a gente cai em si e vê que perdeu um pedaço da historia, mas não sabe onde, nem como, porque apesar de estar se sentindo como quem partiu ou morreu, na realidade nunca partiu. Sempre esteve ali. Achou que estava presente, achou que estava sendo companheira e de repente, percebe que não foi nada disso. Alguma coisa realmente acontece. Mas você não sabe o que, nem como, nem onde, nem quando e muito mesmo por quê. Aí,você começa a tentar de todas as outras formas resgatar o que parece ter ficado para trás, entender o que se passou, mas não adiantou. Bate um desespero, uma agonia, uma dor no peito que nada faz passar. A gente tenta raciocinar, mas há muitos momentos em que o raciocínio da lugar ao sentimento e ai não tem célula cinzenta que de um jeito. O negocio é ir chorar na cama que é lugar quente. Ou embaixo do chuveiro para lagrimas rolarem mais soltas, sem inibição. De vez em quando a gente ate solução, respira fundo, mas os olhos não secam. A dor no peito não passa e a impotência massacra a nossa alma. Não há nada que se possa fazer além de simplesmente estar ao alcance do abraço.
sexta-feira, abril 08, 2016
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